Coluna do Fiori

“Gramado verde, coração disparado e muitas saudades!”
Autoria inominada
Nobres colegas! Por ter atuado durante vinte anos intercalados na condição de árbitro de futebol federado, e considerando a possibilidade clínica de cada um, bem como a distância de residência, apelo aos que se enquadram nestas condições para que se façam presentes.


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Exponho as novas regras aplicadas nos jogos da Copa do Mundo, que deram mais rapidez ao esporte. A partir da rodada abaixo, elas deverão ser praticadas nos vários campeonatos do futebol.
– Arremesso Lateral: No máximo 5 segundos para cobrança após pegar a bola, se exceder, a posse da bola será do adversário.
– Tiro de meta: 5 segundos para ser cobrado, passado esse tempo, escanteio a favor do adversário.
– Substituição: O substituído tem até 10 segundos para deixar o campo pelo ponto mais próximo. Não ocorrendo o reserva aguardará 01 minuto para entrar.
– Atendimento médico: Jogadores de linha que recebem atendimento em campo ficam 1 minuto fora. Se o atendimento for ao goleiro, um jogador de linha escolhido pelo técnico fica 60 segundos fora.
Outras Inovações e VAR
– Lei Vini Jr.: Protocolos rigorosos de punição a atos de racismo e condutas antidesportivas graves.
– VAR no segundo amarelo: O árbitro de vídeo pode revisar e corrigir situações de segundo cartão amarelo.
VAR em escanteios: A CBF determinou sua vigência a partir do ano 2027.
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23ª Rodada da Série A do Brasileirão 2023 – Sábado 15/08
Fluminense 3 x 2 Palmeiras
Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)
VAR
Wagner Reway (FIFA-SC)
Item Técnico
No meu entender, o lance ocorrido aos 11 minutos do segundo tempo, quando o jogo estava empatado em 1 a 1 — momento em que o defensor palmeirense Giay, em movimento natural, tentou cabecear a bola, que resvalou em sua testa antes de bater no braço direito —, não configurou a penalidade máxima reclamada pelos tricolores das Laranjeiras.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 04 para Tricolores das Laranjeiras – 03 para Alviverdes Paulista
São Paulo 1 x 1 Coritiba SAF/PR
Árbitro: Charly Wendy Straub Deretti (FIFA-SC)
VAR
Diego Pombo Lopez (FIFA-BA)
Item Técnico
Árbitro e assistentes não influenciaram no resultado
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para integrantes Tricolores do Morumbi – 01 para componentes do Coxa-Branca
Domingo 16/08 – Vasco 0 x 3 Santos
Árbitro: Lucas Casagrande (PR)
VAR
Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Item Técnico
Desempenho normal da equipe de árbitros.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para defensores Vascaínos – 01 para componentes da equipe Santista
Segunda Feira 17/08 – Internacional-RS 1 x 1 Remo
Árbitra: Edina Alves Batista (FIFA-SP)
VAR
Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)
Item Técnico
Nas raras vezes em que foi chamada, Edna apareceu e resolveu o problema
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para Colorado – 04 para Leões Azul
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Política
De Lulinha a Flávio, Brasil precisa de vazamento amplo, geral e irrestrito

Vazamentos de investigações sigilosas que estampam as manchetes da imprensa não são comunicados oficiais das instituições. E deveríamos ter o direito de saber as histórias completas, ainda mais quando eles ocorrem em pleno período eleitoral. Até porque o vazamento seletivo de conteúdo (aquele em que alguém decide o que o público vai saber e o que não vai) é uma forma de manipular a opinião pública e, portanto, o voto.
Considerando que falta amor no mundo, mas também falta muita interpretação de texto, que fique claro duas coisas: 1) não estou criticando os colegas que obtêm e publicam essas informações, pois estão cumprindo seu papel (desde que chequem e não sejam só correia de transmissão); 2) esta não é uma crítica à PF como instituição, que presta um serviço inestimável à República. A questão é o vazamento criminoso feito por pessoas que não querem revelar a história inteira ou desejam preservar alguns para atingir outros.
Os eleitores deveriam poder saber o que já foi descoberto nas investigações sobre o tráfico de influência envolvendo Fábio Luís da Silva, filho do presidente Lula (chamado de Lulinha pelos adversários), a empresária Roberta Luchsinger e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola. Quais os indícios até agora mostrando a promiscuidade entre o público e o privado? Quais as provas que apontam corrupção? Houve benefícios alcançados pelos patrocinadores desses lobistas através de decisões do Poder Executivo?
Da mesma forma e com a mesma urgência, o país precisa saber para onde foram os R$ 61 milhões dos R$ 134 milhões que o senador Flávio Bolsonaro pediu e conseguiu do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master? A origem dessa montanha de dinheiro foi desvio da coisa pública? Ela realmente foi para financiar o filme “Dark Horse”? Foi usado para bancar as ações antipatrióticas de Eduardo Bolsonaro contra o Brasil no exterior? Ou serviu para abastecer as necessidades políticas e pessoais do próprio Flávio?
E qualquer um deles que tiver responsabilidade, que seja punido, pois em uma democracia não importa se os casos envolvem o filho de um candidato à Presidência e o outro candidato ao Palácio do Planalto. Ninguém é inalcançável.
Lembrando que, como venho repetindo feito uma maritaca com cãibra há semanas, ambos são, por enquanto, investigados. E o ônus da prova é do Estado, não deles. Pois imprensa tem função de fiscalização, mas não é policial, promotor e juiz.
Por mais que a Polícia Federal não tenha concluído o mérito de nenhuma dessas investigações, esse pinga-pinga de informações é péssimo para a democracia. O conta-gotas serve apenas aos interesses de quem detém o controle da torneira. Agora, um vazamento prejudica a campanha de Lula; mais para frente, outro vazamento calculado pode prejudicar a campanha de Flávio.
Quem estudou o mínimo de comunicação sabe que uma verdade fragmentada permite a construção várias mentiras.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, ordenou que a PF investigue o vazamento de informações sobre Fábio Luís. Mas diante desse cenário de uso político de informações sigilosas, o menos pior seria que as autoridades realizassem coletivas de imprensa que colocassem as cartas na mesa, revelando o que realmente têm em mãos e quais são as suspeitas reais de ambos os lados, com transparência.
Manter o sigilo que só funciona no papel, enquanto trechos são distribuídos nos bastidores para pautar parcialmente o debate público, é um desserviço. Pior do que o risco de afetar o andamento de investigações é a impressão de que existe uma tentativa deliberada de interferir no resultado eleitoral usando o aparato do Estado.
Em suma, a expressão “pega fogo, cabaré!” significa incendiar o local de entretenimento noturno por completo, não apenas os camarins ou a cozinha.
Leonardo Sakamoto: Colunista do UOL publicado dia 21/08/2026 às 14h21
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Chega de desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, membros do judiciário e do ministério público, funcionários públicos de todas as categorias, inclusive militares, policiais fardados e civis estaduais, assim como na CBF, nas federações e clubes do futebol brasileiro.
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Finalizando
“Ser jornalista é buscar o que está escondido, lutar pela transparência e resistir ao ruido da manipulação!”
Autoria desconhecida
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP 22/08/2026

