A mamata dos cartolas da FPF na Copa do Mundo

A Federação Paulista de Futebol levou dirigentes e funcionários à Copa do Mundo, utilizando recursos provenientes do futebol paulista.
Nenhum deles com função no torneio.
Entre os beneficiados estão o presidente da entidade, Reinaldo Carneiro Bastos; o diretor jurídico, Renato Renatini; Mariana Chamelette e Patrick Pavan, integrantes do Tribunal de Justiça Desportiva; a diretora Julia Galego; os vice-presidentes Gustavo Delbin, Mislaine Scarelli e Laerte Júnior; além do diretor Fábio Barbosa.
Qual o interesse do futebol paulista em bancar essas viagens?
Os recursos da Federação são gerados pelos clubes filiados, por meio das competições, taxas, patrocínios, direitos comerciais e demais receitas produzidas pelo futebol paulista.
A entidade existe para administrar esse patrimônio, e não para transformá-lo em benefício de seus dirigentes e funcionários.
Se a viagem teve caráter institucional, a FPF tem o dever de esclarecer quais compromissos foram cumpridos, quais resultados concretos foram obtidos e por que era necessária a presença de uma comitiva formada por dirigentes administrativos, integrantes do departamento jurídico e membros do Tribunal de Justiça Desportiva.


