Coluna do Fiori

“Opte por ser motivado, não manipulado, a ser útil, não usado”.
Citação conferida a Abner Santos: cantor, escritor, terapeuta e apresentador católico brasileiro
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Neste início do terceiro ano dos quatro que elegeram José de Assis Aradrão a presidente do

Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo, persisto com a esperança de que uma brasa de decoro submergira e fara com que o vice-presidente, diretores, conselheiros e associados, se dignem em voltar aos anos da aquisição da sede, pesquisem no mercado o valor do imóvel e quanto está exposto na escritura pública.

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13ª Rodada da Série A do Brasileirão 2026 – Sábado 25/04
Bahia 2 x 2 Santos
Árbitro: Ramon Abatti Abel (FIFA-SC)
VAR
Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (FIFA-RN)
Item Técnico
No transcurso da primeira etapa, a equipe santista teve duas penalidades findadas no fundo da rede, derivando no placar 2×0.
Exponho
1ª – Adveio aos dezoito minutos, no momento que Erik Pulga, camisa 16, defensor do Tricolor de Aço, estando dentro de sua área, fez uso do pé da perna direita para praticar falta no santista Gabriel Bontempo, camisa 49. No ato
Próximo, de frente pro fato, Ramon Abatti Abel deixou o lance seguir.
Convidado pelo VAR
Caminhou até o monitor e, depois de ver e rever o caso, retornou ao campo, deu a mão à palmatória, apontando a falta penal, cobrada por Rollheiser, camisa 32, resultando no gol de abertura da contagem
2ª – Aconteceu no 45 minuto no instante em que o santista Thaciano, camisa 16, adentrando a área da equipe oponente, cruzou a redonda, que desviou de rumo ao bater no braço direito aberto do oponente Ramos Mingo, camisa 21
Neste momento
Ramon Abatti Abel, se encontrava de frente pro lance, no centro da linha da meia lua com a área grande, com visão dominante, e deixou o jogo seguir
Sem demora
VAR aconselha sua ida ao monitor; ali estando, depois de ver e rever, assoprador apontou a marca da cal
Penalidade
Batida por Rollheiser, camisa 32, consignando o segundo gol santista
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para defensores do Tricolor de Aço – para integrantes do Alvinegro Praiano
São Paulo 1 x 0 Mirassol
Árbitro: Raphael Claus (FIFA-SP)
VAR
Rodrigo Carvalhaes de Miranda (RJ)
Item Técnico
Perto do quadragésimo minuto da etapa inicial, árbitro corroborou com a correta sinalização do assistente 01: Anderson Jose de Moraes Coelho, no momento que o atacante Alisson, camisa 77 da equipe visitante recebeu a redonda na posição de impedimento, e tocou pro fundo da rede
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor do Tricolor Paulista – 02 para integrantes do Leão da Alta Araraquarense
Vermelho Direto: Rainer Da Costa Oliveira, assistente técnico da equipe da Cidade de Mirassol
Domingo 26/04 – Corinthians 1 x 0 Vasco
Árbitro: Davi De Oliveira Lacerda (ES)
VAR
Rafael Traci (SC)
Item Técnico
Próximo do fim da etapa inicial com placar 1 x 0, árbitro soprou o apito, paralisando a contenda no momento em que o corintiano André, camisa 49, cometeu falta perigosa no oponente Thiago Mendes, camisa 23
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 04 para integrantes do Alvinegro Paulista, dentre estes: o técnico Fernando Diniz – 04 para defensores do Gigante da Colina
Vermelho Direto: André, corintiano camisa 49, assim que cometeu a falta acima descrita
Red Bull Bragantino 0 x 1 Palmeiras
Árbitro: Joao Vitor Gobi (SP)
VAR
Paulo Renato Moreira da Silva Coelho (RJ)
Item Técnico
Desempenho natural do árbitro e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para defensores do Massa Bruta – 02 para defensores de Verdão
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Coluna em Vídeo
Por conta de problemas na agenda do Paulinho – que edita o programa – a versão em vídeo da Coluna não será publicada esta semana, retornando o mais brevemente possível.
Desde já pedimos desculpas
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Política
Alcolumbre, o Judas terrivelmente ladino do Messias

Davi Alcolumbre não se comportou como “Rei Davi” que protege o ungido, mas como o Judas profissional da política da pátria que o pariu, que calcula o valor de cada punhalada antes de cravá‑la.
No balcão de negócios do Senado, ele converteu a indicação de Jorge Messias ao STF em peça de leilão, erguida e rebaixada conforme o humor dos compradores habituais: governo fraco, centrão voraz, oposição cínica.
A derrota de Messias não caiu do céu, ou seja, não foi justiça divina como afirmou a ex-primeira-dama e eterna falsa moralista.
Uma crente de fogo estranho, mais íntima do caixa do que do Evangelho.
A “humilhação histórica” foi preparada em prestações, nos adiamentos, nos recados cifrados à imprensa, nas portas fechadas – com até tu, Alexandre? – finalizando o momento do espetáculo em plenário, quando Alcolumbre pôde entregar o corpo político do indicado como troféu a quem quisesse ver sangue institucional.
Quem sangra é o Brasil assaltado por bandidos eleitos por otários e por outros judas!
O governo Lula, nesse teatro, aparece como apóstolo atrapalhado, incapaz de montar maioria mínima, enquanto Alcolumbre posa de guardião da liturgia, ao mesmo tempo em que negocia nos bastidores a cotação do “Messias” no câmbio paralelo das traições de Brasília.
As “30 moedas” aqui – mensurada em bitcoins – não têm brilho metálico, mas cheiro de poder: controle da pauta, capacidade de chantagear o Planalto, blindagens seletivas (Master) vinganças antigas travestidas de prudência republicana.
O preço da traição, como sempre, é pago por fora: a República aceita que a escolha de um ministro do STF vire mercadoria miúda num mercado de canalhas recorrentes; e o Senado se habitua ao papel de casa de leilões, onde cada Judas encontra seu Messias de ocasião.
O Brasil é o templo salomônico de maldades das pessoas horrorosas que se dizem crentes …
Do dinheiro e do nosso sacrifício!
Tal espetáculo é a prova viva de que Deus – por aqui – não governa “porra nenhuma” …
Se governa: escolheu os pilantras como seus filhos favoritos!
Advertência: As referências a “Judas”, “Messias”, “crentes” e demais imagens de natureza bíblica neste texto são metáforas político literárias. Não se trata, em hipótese alguma, de ofensa ou incitação ao ódio contra judeus, cristãos ou qualquer pessoa que cultive religiosidade sincera, nem contra aqueles que pautam sua vida por princípios universais de ética, honestidade e probidade. A crítica aqui dirige-se exclusivamente a agentes públicos e políticos concretos, bem como à utilização oportunista do discurso religioso como instrumento de poder e manipulação.
Análise exposta no Jornal Flit Paralisante do dia 30/04/2026, editado pelo Dr. Roberto Conde Guerra do dia 30/04/2026
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“Chega da desavergonhada submissão à corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, Ministério Público, funcionários públicos de todas as escalas, inclusive militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.”
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Finalizando
“O traidor é tão dissimulado que até engana a própria consciência”
Poeta Gilson Silva
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP:02/05/2026
