Palmeiras confirma favoritismo numa final do tamanho do Paulistinha

Sem grandes sustos — quase nenhum —, o Palmeiras produziu o suficiente para superar o fraco Novorizontino por dois a um, conquistando o 27º Paulistinha de sua história.

A final retratou bem o tamanho atual do torneio.

Futebol fraco, estádio ruim, gramado encharcado, disputado entre um endinheirado da Série A do Brasileirão e uma equipe que, há anos, tenta sair da Série B.

Serviu para registrar, ao menos, um momento histórico: a “ultrapassagem” de Abel Ferreira sobre Oswaldo Brandão no número absoluto de conquistas como treinador da agremiação.

Onze contra dez.

Brandão, a bem da verdade, nunca disputou Campeonatos Paulistas de baixo nível.

Nos demais estaduais, o nível técnico, ainda inferior, foi observado na partida que levou o Flamengo ao título contra o Fluminense — apenas nas penalidades — e na briga generalizada ao final da partida em que o Cruzeiro superou o Galo na final do Mineiro.

Ainda bem que a várzea, ao menos em 2026, terminou.

Foquemos agora no que realmente vale a pena: Brasileiro, Libertadores, Copa do Mundo etc.

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