Corinthians precisa pôr fim ao parasitismo que corrói o clube

Sem divulgar no site oficial, como determina o Estatuto vigente — descumprido pelo clube desde fevereiro, nas gestões de Augusto Melo e Osmar Stabile —, o Corinthians foi obrigado a apresentar, na ação do RCE (Regime Centralizado de Execuções), o balanço do primeiro trimestre de 2025.

A dívida subiu de R$ 2,5 bilhões para R$ 2,6 bilhões.

O grande vilão, como há anos ocorre, continua sendo o gasto desnecessário com o clube social — dinheiro que serve apenas para sustentar currais eleitorais.

O déficit totalizou R$ 31,9 milhões, enquanto o futebol registrou superávit de R$ 15,5 milhões.

É preciso coragem para enfrentar o problema: eliminar TODOS os departamentos que não se sustentam, utilizar fomentos governamentais e patrocínios para a manutenção dos esportes olímpicos — que geram retorno de imagem ao clube — e priorizar, com quase a totalidade do orçamento, os departamentos de futebol masculino e feminino, verdadeiras razões da paixão de uma torcida estimada em 30 milhões de pessoas.

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