O preço Gabigol

Não é a primeira vez que o assunto é tratado neste espaço, mas, diante da reincidência da personalidade, retomaremos.
Ficada cada vez mais caro o preço Gabigol.
O Cruzeiro, diante de tantos indícios, se deixou levar pelo personagem ‘vencedor’ que somente existia na cabeça da mídia.
Gabigol é sinônimo de fracasso.
Na Seleção, nos times em que jogou – quando jogava, exceção ao período em que encaixou-se num Flamengo tão espetacular que o mais inapto dos atacantes teria condições de se transformar em ídolo.
Ontem, Gabigol, por displicência, fracassou em momentos que poderia ter evitado a catástrofe de um Cruzeiro, gastando os tubos, sendo eliminado num Campeonato Mineiro dos mais fracos do país.
A cereja do bolo foi a patética gozação ao goleiro do América após converter seu chute na disputa de penalidades, seguida da desclassificação do torneio.
Se o Cruzeiro quiser manter alguma esperança em torneio mais relevante, deve enviar, agora, emissários para centros menores do futebol, mas endinheirados, que aceitam comprar Gabigol, abrindo espaço – e recursos – para uma atuação mais responsável na reposição.
Embora com o agente de jogadores Alexandre Mattos como CEO, além de um proprietário que entende de supermercado, mas é ignorante em futebol, seja improvável que aconteça.
