Dudu é o Marcelinho Carioca do Palmeiras

Leila Pereira, presidente do Palmeiras, por inabilidade política, errou ao destratar, publicamente, um ídolo do clube.

Mas não mentiu.

Dudu entrou e saiu pelas portas do fundo do Palmeiras.

Quando chegou ao clube, respondia a inquérito por agredir a companheira (chegou a ser preso) – e não era a primeira acusação.

Em meio ao bom desempenho esportivo e os títulos conquistados, Dudu, que frequentava o bar Passatempo, bebendo e jogando conversa fora com Andres Sanches, ex-presidente do Corinthians, ofereceu-se ao Timão algumas vezes.

O Blog do Paulinho noticiou à época.

A contratação somente não ocorreu por rejeição interna em Parque São Jorge.

Recentemente, Dudu pediu para sair do Palmeiras, foi atendido, mas voltou atrás ao ser ameaçado pela facção criminosa Mancha Verde; meses após, deixou o clube para se acertar – sem que o Verdão recebesse um centavo – com o Cruzeiro, resultando em prejuízo milionário ao Verdão.

Percebe-se que atacante implorou, durante muito tempo, para sair pelas portas do fundo da agremiação.

Somente agora, em momento de irrelevância esportiva, conseguiu.

Dudu é uma espécie de Marcelinho Carioca do Palmeiras – embora tenha jogado muito menos do que ele.

Dentro de campo, eram amados pelos torcedores.

Nos bastidores, criavam problemas.

Não se tem notícia de que Marcelinho tenha batido em mulher, mas de outros fatos, potencialmente mais graves, falou-se várias vezes.

Já Dudu, não perdeu o costume.

Somente isso pode justificar a desproporcional reação ao mandar Leila Pereira tomar naquele lugar.

Coisa de marginal, de misógino, de covarde.

Dudu teria a mesma reação se fosse homem o Presidente do Palmeiras?

Não se tem notícias de que existam Boletins de Ocorrência contra o jogador, no caso do crime de agressão, que não seja supostamente cometida contra o sexo oposto.

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