Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Já não sei mais o que digo, nem o que sinto. Mas vou persistir no que pressinto”

Caio Fernando Abreu: foi um jornalista, dramaturgo e escritor brasileiro

——————————————-

Árbitros Federados do Ano 1960 A 2012

Estamos na contagem regressiva para a concretização do 7º prometido encontro que nos dará a alegria de relembrarmos dos episódios transcorridos nos campos futebolísticos, nas saudosas viagens pelas estradas ou via aéreas do estado e do Brasil.

Deixemos

De lado as divergências, o mais importante será a alegria e sinceridade de estarmos vivos, plena lucidez, mesmo que alguns de nós tenha algum problema clinico, porém com positivismo e fé para assinalarmos que no mês de Outubro de 2024 estaremos juntos.

Localização

Churrascaria Estância, na Rua Catumbi 1393, esquina com Marginal Tiete no Belenzinho. Pista em direção as Rodovias: Dutra e Ayrton Senna – telefone (11) 2692-2322

///   ///   ///   ///   ///   ///   ///   ///  

Eleição no SAFESP

Conforme apalavrado o ocupante da cadeira presidencial, com delegação a findar, deverá publicar edital baseado no Regimento Eleitoral ano 2004, fixando o dia da votação, como também: convidar os associados com direito ao voto interessados na organização de chapa, que o faça até a data inserida na publicação.

————————————-

Segunda e decisiva contenda da Copa do Brasil 2023

Domingo 24/09 – São Paulo 1 x 1 Flamengo – Derivando o Campeonato a equipe Tricolor do Morumbi 

Árbitro: Braulio da Silva Machado (FIFA-SC)

Assistente 01:   Bruno Raphael Pires (FIFA-GO)

Assistente 02:   Bruno Boschilia (FIFA-PR)

Quarto Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (FIFA-MG)

VAR

Wagner Reway (FIFA-PB)

Item Técnico

Não ocorreram lances dentro das respectivas áreas que pudesse colocar dúvida no desempenho do boto-branco e assistentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para são-paulinos e 02 para flamenguista

Vermelho: depois do incompreensível segundo amarelo para Gabriel Neves defensor do tricolor do Morumbi.

Explico

Segundos antes do apito final, bola saiu pela lateral, assim que Gabriel pegou a redonda o assoprador gesticulou para que ele lhe desse a bola, na emoção da conquista Gabriel chutou a redonda pro alto;

Vingativo

Braulio da Silva Machado advertiu Gabriel Neves com segundo amarelo, seguido do vermelho; assoprou o apito, encerrando a contenda

Defino

Comportar típico de quem se sente poderoso e quer aparecer; poderia ele: pendurar uma melancia no gargalo, ajeitando no peito uma enorme melancia e, nas costas:  imensa jaca, somado em alisar uma peça de mortadela bem comprida e esférica para satisfazer seus desejos.

Concluo

Wilson Seneme presidente da CA-CBF deixe de compactuar com árbitros que erram e desejam aparecer.

Contenda alusiva 15ª rodada da Série A do Brasileirão 2023 – Segunda Feira 25/09                                    

América-MG 0 x 1 Vasco

Árbitro: Ramon Abatti Abel (FIFA-SC)

VAR

Daniel Nobre Bins (FIFA-RS)

Item Técnico

Trabalho normal do árbitro e assistentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para defensores do Coelho e 02 a Vascaínos

Vermelho: 02 para defensores da equipe mandante

Copa Sul-Americana- 1ª das duas contendas classificatória para final – Terça Feira 26/09

Corinthians 1 x 1 Fortaleza

Árbitro: Esteban Daniel Ostojich FIFA-URU)

VAR

Leodán Frankin González Cabrera (FIFA-URU)

Item Técnico

Atuação burlesca que prejudicou a equipe do Fortaleza por não ter apontado a marca da cal em duas ocasiões

1ª – No instante que Gil calçou o pé de um dos oponentes, impedindo que continuasse no lance

2ª – Com visão total do fato, na cara dura, o boto-branco deixou de marcar penalidade máxima do corintiano Fabio Santos no oponente Marinho

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para alvinegros e 03 para defensores do Tricolor de Aço

///   ///   ///   ///   ///   ///   ///   ///

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI” desta semana

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representa.

————————————

Política

Para o PT, Justiça Eleitoral é amolação

No mundo dos sonhos petistas, os partidos deveriam ser livres para descumprir a legislação e dispor dos bilionários fundos públicos sem essa arrelia de ter de prestar contas ao TSE

A presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann, questionou a existência da Justiça Eleitoral durante uma sessão da comissão especial que analisa a chamada PEC da Anistia. Caso essa sem-vergonhice prospere, e nada indica o contrário, os partidos ficarão livres do pagamento de multas impostas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por descumprimento da legislação eleitoral vigente em 2022, em particular pela inobservância das cotas para candidaturas de mulheres e negros e do porcentual de distribuição do Fundo Eleitoral para esses dois segmentos da sociedade sub-representados no Congresso.

O grande tema, porém, não é o questionamento da líder petista. Os cidadãos e seus representantes na Câmara são livres para discutir, com civilidade e honestidade intelectual, se, de fato, faz sentido haver no País uma estrutura do Poder Judiciário dedicada às questões de natureza político-eleitoral ou se essa demanda poderia ser atendida pela Justiça comum. É um tema digno de debate. O problema é o que está por trás desse ímpeto da deputada Gleisi Hoffmann em voltar suas baterias contra o TSE e os Tribunais Regionais Eleitorais.

Segundo a dirigente petista, as decisões das Cortes Eleitorais “trazem a visão subjetiva da equipe técnica dos tribunais, que, sistematicamente, entra na vida dos partidos políticos, querendo dar orientação, interpretando a vontade dos dirigentes”. Tivesse saído da boca de um parlamentar bolsonarista há apenas alguns meses, a mesmíssima fala teria desencadeado uma feroz reação dos petistas. Entretanto, o aborrecimento com a Justiça Eleitoral faz com que petistas e bolsonaristas deem as mãos e caminhem lado a lado na defesa dos interesses particulares dos partidos.

Por “entrar na vida” das agremiações políticas ou lhes “dar orientação”, entenda-se simplesmente o dever da Justiça Eleitoral de exigir o cumprimento das leis e da Constituição, nada além disso. As palavras de Gleisi Hoffmann indicam que, no seu mundo dos sonhos, os partidos não deveriam estar submetidos a essa arrelia de, ora vejam, ter de respeitar a legislação em vigor e prestar contas pelo uso dos bilionários fundos públicos que abarrotam o caixa das legendas.

Com um misto de desfaçatez e descaso pelos recursos dos contribuintes, a sra. Hoffmann afirmou que a Justiça Eleitoral estaria sendo implacável com os partidos ao impor multas “impagáveis” – cerca de R$ 23 bilhões acumulados por todos os partidos entre 2018 e 2023. De acordo com o TSE, só em 2022, o PT recebeu R$ 500 milhões do Fundo Eleitoral e mais R$ 104 milhões referentes à sua cota de distribuição do Fundo Partidário.

Na condição de presidente do partido mais orgânico e bem estruturado do País, goste-se ou não do PT, a deputada Gleisi Hoffmann vocaliza um sentimento que decerto anima a grande maioria de seus colegas dirigentes partidários: a Justiça Eleitoral mais atrapalha do que ajuda. Raríssimos são os que não desejam todos os bônus advindos da criação de um partido político no País sem ter de arcar com os respectivos ônus. Eis mais um sinal do total descolamento entre a maioria das legendas com representação no Congresso e os grandes anseios da sociedade brasileira. Salvo raras exceções, os partidos estão cada vez mais afastados dos eleitores e mais fechados na defesa dos interesses particulares de seus líderes.

Idealmente, não deveria haver Justiça Eleitoral no País nem tampouco os fundos públicos que financiam a administração e as campanhas políticas dos partidos. Este jornal não se furtará a advertir, sempre que necessário, que os partidos são organizações privadas da sociedade e, como quaisquer outras dessa natureza, devem ser financiados exclusivamente por recursos privados. Mas, dado que não há no horizonte o mais tênue indício de que os fundos públicos que jorram dinheiro nas contas dos partidos terão fim, é indispensável que ao menos haja uma instituição capaz de controlar o manejo desses recursos – R$ 6 bilhões apenas em 2022. E hoje não há outra mais qualificada para isso do que a Justiça Eleitoral.

Opinião do Estadão publicado no dia 24/09/2023

————————————————

*Chega da “desavergonhada corrupção praticada por senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do Judiciário, ministério público; idem funcionários públicos de todas as escalas e nos bastidores do futebol brasileiro” 

————————————————

Finalizando

“É necessário que combatamos a desonestidade, incapacidade e imposições ditatoriais da esquerda, direita e outras qualificações”

Brocardo de: Euclydes Zamperetti Fiori

———————————————–

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP- 30/09/2023

Facebook Comments

Posts Similares

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.