O ‘x’ da questão no acidente de Rodrigo Garro

Em meio às notícias do acidente envolvendo o jogador Rodrigo Garro, que teve como vítima fatal um motoqueiro, há uma informação que, se comprovada, encerra a questão sobre a responsabilidade do atleta.
A de que estaria dirigindo na contramão.
Em sendo verdade, Garro, independentemente do teor de dosagem alcoólica, que não era alto, embora ilegal, assumiu o risco de matar não apenas motoristas e motoqueiros, mas a si próprio e eventuais pedestres.
Erro grave, que não pode passar impune.
Em meio à solidariedade oficial ao atleta e também aos familiares da vítima, o Corinthians, provavelmente sob orientação da empresa contratada para monetizar influencers, agiu de maneira lamentável nos bastidores.
Durante todo o dia, perfis subservientes à diretoria do clube ultrapassaram limites de civilidade.
Para defender Garro, passaram a difamar a vítima.
Igualar o fato do motoqueiro estar sem capacete, com farol quebrado e portando drogas (sem utiliza-la, conforme comprovado em exame) com ele ter sido atingido, segundo informações preliminares, por um veículo na contramão, é inviabilizar a discussão.
Infrações de transito cometidas pela vítima são bem menos graves do que homicídio culposo originário de atitude irresponsável.
Publicamente, Garro aparenta ser boa pessoa.
Não à toa permaneceu no local do acidente e, até o momento, não fugiu de suas responsabilidades.
Tudo indica, não aprovaria esse tipo de defesa.
Daqui por diante, o que se espera, dentro do âmbito da civilidade, é que Garro procure ajuda para superar o trauma, acolha os familiares da vítima e seja responsabilizado de acordo com as provas coletadas pela investigação.

Matéria sensacionalista, poeta Caça tem razão, imprensa PNC, onde vc estava pra falar do jogador que matou e fugiu que joga que filho Globolixo?
Falar Merda antes da polícia todos gosta.pra ganha like as custas de Corinthians…