SAFESP seguirá na promiscuidade?

No último domingo, a Coluna do Fiori revelou que o ex-árbitro José de Assis Aragão, na condição de candidato único, retornou à Presidência do SAFESP (Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo), cargo que havia ocupado há algumas décadas.
O pleito foi marcado pela burla explícita do Estatuto sem oposição dos sindicalizados.
Ao que parece, os dirigentes anteriores, que se acusavam, uniram-se para que todos fossem salvos dos efeitos de possíveis auditorias.
O ex-presidente Aurélio Sant’Anna prometeu investigar o antecessor, mas não cumpriu.
Aragão, estranhamente, decidiu manter como diretor financeiro o mesmo da péssima gestão anterior, inviabilizando qualquer êxito em apurações de malfeitos.
Com o prédio sede em petição de miséria e o site recém retornado após meses fora do ar, o SAFESP definha na promiscuidade com a conivência dos árbitros que, temerosos, silenciam.
Tomara José de Assis Aragão não trate a entidade da mesma maneira que o fez com o Pacaembu, de onde saiu escorraçado e investigado.

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