Fluminense se esforça para passar vergonha no Mundial de Clubes

Mário Bittencourt, esperto presidente do Fluminense, aparentemente mais preocupado com as delícias proporcionadas pelo mercado da bola do que com o que ocorrerá na história do clube ao participar do Mundial de Clubes, definiu Mano Menezes – outro especialista em transações de jogadores – como treinador para 2025.
É a crônica do fracasso anunciado.
Ultrapassado, Mano é justificado pela aludida campanha que retirou o clube de um rebaixamento apontado como certo.
Como se fosse possível realizar trabalho pior do que o de Fernando Diniz.
Com o elenco que possuía, era impensável a equipe carioca ficar atrás – embora quase tenha conseguido – dos que caíram para a Série B do Brasileirão.
O Flu corre o risco de disputar o Mundial com Mano, ou, em caso de demissão, sem o tempo de preparação necessário para a montagem de equipe competitiva.
Enquanto o futebol é tratado apenas como negócio, o presidente Bittencourt tenta manter o poder, insinuando-se CEO de uma SAF que batalha para vender.
