Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Ver futebol em direto online

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de  Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do  futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Não é livre aquele que não obteve domínio próprio”

Pitágoras: foi um filosofo e matemático grego

———————————-

Estimado Papai Noel

Dedique alguns minutos do vosso valioso tempo enviando mensagens alertando o vice-presidente, diretores, conselheiros, árbitros associados e não associados do SAFESP

Que

A condenação judicial infligida definitivamente (não adveio recurso) ao presidente José de Assis Aragão por ter roubado o erário público da Cidade de São Paulo, e ter superfaturado (conforme relatado) o valor da compra do imóvel sede da entidade,

O

Impede de continuar no cargo

Concluo

Todos que tenham direito ao voto deveriam deixar a contumaz sabujice dedicada ao condenado, dando crédito ao constante no Art. 5º do Regimento Eleitoral patenteado no 4º Registro de Títulos e Documentos e Pessoa Jurídica da Capital-SP.

————————————

38ª Oitava e última Rodada da Série A do Brasileirão 2024 -Domingo 08/12

Grêmio 0 x 3 Corinthians

Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (FIFA-MG)

Assistente 01: Fernanda Nandrea Gomes Antunes (FIFA-MG) – Assistente 02: Daniella Coutinho Pinto (BH)

VAR: Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira (BA)

Item Técnico

1º- Nos primeiros minutos da contenda, o boto-branco deixou de marcar claríssima penalidade máxima do corintiano Matheuzinho no instante em que derrubou o oponente Soteldo dentro da área, bem próximo da linha lateral situada lado esquerdo do ataque.

Realço

Tocaria ao VAR solicitar que o assoprador fosse rever o lance no monitor.

Conclusão

O dois zanzaram

2º – No 35º minuto assistente Fernanda N. G. Antunes acertou sinalizando a posição de impedimento do corintiano Yuri no momento que mandou a redonda pro fundo da rede.

3º – No 42º minuto, placar 0x0, corintiano Yuri com bola dominada no meio da área grande gremista, pronto para chutá-la, teve o pé pisado pelo oponente Geromel, rapidinho assoprador determina segue o jogo;

Assim

Que a redonda foi pra fora do campo, VAR solicita que se achegue ao monitor e reveja o lance Geromel x Yuri;

Chegando o cara de pau, viu, reviu, voltando pro campo, apontou a marca da cal

Penalidade

Batida por Yuri: convertida no primeiro gol da equipe alvinegra

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: aos gremistas Reinaldo e Monsalve; idem aos corintianos Hugo Souza, Matheus Bidu e Carrillo

Observação

No 28 minuto da segunda etapa ocorreu pega pra capa entre alguns litigantes, assoprador, foi ao VAR e, certamente viu que Reinaldo defensor gremista, explicitamente, arranhou o rosto de um oponente, assim como outros fatos;

Contudo

Igual a muitos dos seus pares, resolveu praticar a burlesca média, expulsando somente dois litigantes: gremista Dodi e oponente Martinez.

///   ///   ///   ///   ///   ///   ///   ///

Coluna em Vídeo

Nela, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representa

————————————

Política

Carta a Derrite: Matar não é defender direitos humanos, é seu fracasso

Tarcísio de Freitas e Guilherme Derrite | Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

Senhor Guilherme Derrite,

Ninguém deseja que a impunidade vença. Ninguém fala em dar anistia para bandidos ou promover a existência de organizações criminosas. Ninguém ignora a dor da perda de uma família quando um policial é morto. Todos queremos uma sociedade segura.

Mas sua frase de que policiais são “os únicos e verdadeiros promotores dos direitos humanos” é um escárnio.

Ou se trata de uma demonstração de sua ignorância em relação aos direitos humanos ou um ato deliberado que pressupõe que alguns humanos não têm direitos.

Ao longo dos anos, a violência da polícia brasileira foi sempre apresentada no exterior como um exemplo a não ser seguido. Um exemplo do fracasso em dar segurança a uma sociedade. Um exemplo do péssimo uso do estado como garantia da ordem.

Dados do Ministério Público indicaram que houve um salto de 98% nas mortes por PMs em São Paulo entre 2022 e 2024. Justamente no governo de Tarcísio de Freitas. Foram mais de 700 mortes apenas em 2024.

“Ah, mas são todos bandidos”, ecoa pelos corredores. Tanto o senhor como as famílias das vítimas sabem que isso não é verdade. E ainda que fossem, em qual artigo da Constituição fica estabelecido que seus direitos são suspensos para permitir que o estado mate? E como isso ajuda a, de fato, construir uma sociedade realmente segura?

No combate ao crime, a realidade é que dá trabalho não matar. Para uma polícia, isso exige investigação, investimentos, treinamento, preparação e capacidade de atuação.

Ao evocar o conceito de direitos humanos para descrever a polícia brasileira, o senhor busca formas de justificar a brutalidade e revela que tem na violência a única arma para estabelecer uma suposta ordem. E não a Justiça.

Num país que é o projeto mais bem-sucedido de desigualdade e descaso pela vida humana, ignorar os motivos pelos quais criminosos passaram a ocupar o espaço territorial e de controle de fato é escolher perpetuar a crise.

Corpos baleados, jogados por pontes ou assediados por sua cor não são índices de êxito na segurança pública. São os indícios de seu fracasso.

Saudações democráticas,

Jamil Chade

Publicado dia 13/12/2024 às 20hs51

————————————————-

Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público; idem: funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, idem nos bastidores do futebol brasileiro.

///   ///   ///   ///   ///   ///   ///   ///

Finalizando

“Mais afronta a mesura de um adulador, que uma bofetada de um inimigo”

António Vieira: mais conhecido como Padre António Vieira, foi um filósofo, escritor e orador português da Companhia de Jesus

—————————————

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP- 14/12/2024

Facebook Comments

Posts Similares

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.