Será que desta vez o Grêmio aprendeu?

Ontem, Renato Gaúcho se despediu do Grêmio, clube que dirigiu pela enésima vez.
Sempre que o clube encontra-se em apuros, é o nome lembrado.
Trata-se de grande erro que vem comprometendo o crescimento da instituição.
Não há dúvida de que, na condição de jogador, principal responsável pelo título mundial de 1983, Renato foi o nome mais importante que vestiu a camisa do Grêmio – maior do que Ronaldinho Gaúcho.
O problema é emprestar essa idolatria ao treinador de futebol.
Neste ofício, Renato encontra-se abaixo do mediano.
Jogadores que foram treinados por ele dizem que há mais ‘resenha’ do que trabalho.
Esporadicamente, pode até funcionar, mas, em regra, não é o mais adequado no atual momento do futebol, em que o comportamento profissional é necessário diante da evolução do esporte.
Renato disse, em conhecida entrevista, que não estuda porque não precisa.
Além de péssimo exemplo, o ex-jogador limitou-se a conhecimentos adquiridos de seus comandantes do passado.
O Grêmio, para retomar o caminho do crescimento, precisa cercar-se de profissionais qualificados, antenados nas mudanças esportivas, com o mínimo de ambição intelectual.
