É preciso pulseira VIP para trabalhar no futebol do Corinthians

Ontem, alguns portais cravaram que o departamento de futebol do Corinthians seria administrado, a partir de agora, por Fran Papaiordanou, Nenê do Posto e Flávio Adauto – todos exerceram a função no passado,
Às sombras, sem cargos.
Falou-se também em Emerson Piovesan – funcionário de Paulos Garcia na Kalunga, ex-diretor de Roberto Andrade, como novo homem do financeiro.
Seria a maneira encontrada por Augusto Melo para manter o apoio do ‘União dos Vitalícios’.
O presidente do Corinthians mantém parceria, ao menos por enquanto, com Romeu Tuma Junior, presidente do Conselho, que deveria fiscalizá-lo.
No mesmo dia, à noite, Fran publicou vídeo, no canal de Instagram do grupo, desmentindo a informação, dizendo que seguirão exercendo função consultiva, que há tempos realizam sob comando do Conselho Deliberativo.
A ver.
De fato, é pouco provável que Augusto Melo cederia os comandos do futebol profissional e do amador – galinhas dos ovos de ouro – para pessoas fora do controle de seu grupo.
Leia-se: Augusto, Marcos Boccatto, Vinicius Cascone, Valmir Costa e Claudinei Alves, com os operacionais Marcelinho e Caio do Valle.
No máximo, colocaria alguém na condição de ‘boi-de-piranha’, comandando o departamento do vestiário para dentro de campo.
É o caso de Fabinho Soldado.
À mesa de negócios só participa quem possui pulseira VIP.
O departamento financeiro, cargo burocrático que já foi cedido até para o Centrão, está aberto a ‘toma-lá-dá-cá’ por apoio político.
Logo mais às 10h, o mitomano que preside o Corinthians, em entrevista coletiva, deverá declinar o nome daqueles que ainda não se constrangem em integrar uma gestão acusada por site de apostas de descumprimento de cláusula anti-corrupção, e que é investigada pelo suposto repasse de dinheiro, originário do clube, em conta de laranja.
Confira o desmentido de Fran Papaiordanou:
