Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

“Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é negá-la”
São Tomás de Aquino
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Por idolatria ao corrupto presidente e ex-árbitro José de Assis Aragão

Atuais dirigentes do SAFESP, associados, árbitros federados e amadores do estado de São Paulo permanecem afiançando a continuidade do condenado por desonestidades quando gerente do Pacaembu; fator que deveria ter impedido sua candidatura e permanência no cargo segundo consta no ART. 5º letra b do Regimento Eleitoral.
Persevero
Rememorando que vosso calar apoia o rombo praticado por José de Assis Aragão na compra do imóvel e não registro em nome do SAFESP.
Consenso
Boa parte dos dirigentes Safesp que lhes dão guarida, infectados de incoerência aplaudem os atos delituosos cometidos na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro dentre os quais:
Consciente atraso na compra da vacina COVID 19, roubo e venda das joias presenteadas pelo príncipe saudita ao Brasil, instalação do gabinete do ódio no palácio do planalto, ataque sem provas as urnas eletrônicas, na qual: seus votos contados na eleição para vereador, nas diversas a deputado federal do Rio de Janeiro e primeira eleição à presidência do país.
Findo
Brotem ação de dignidade convocando assembleia, expondo as falcatruas do presidente, comboiada do pedido de exoneração do cargo.
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1ª Rodada da Série A do Brasileirão 2024 – Sábado 13/01
Fluminense 2 x 2 Red Bull Bragantino
Árbitro: Maguielson Lima Barbosa (DF)
VAR
Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)
Item Técnico
No transcurso da refrega não ocorrem lances duvidosos em nenhuma das áreas ou próximo. Conclusão: Desempenho normal dos representantes das leis do jogo.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 a Tricolores das Laranjeiras e 05 para defensores do Massa Bruta
Remate: Desempenho normal dos representantes das leis do jogo.
Domingo 14/01 – Corinthians 0 x 0 Atletico Mineiro
Árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz (RJ)
VAR
Daniel Nobre Bins (FIFA-RS)
Item Técnico
Correto por ter comboiado o assistente 02: Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ) no minuto que sinalizou impedimento do atleticano Saraiva. que cabeceou a bola pro fundo da rede.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 09 para defensores do Time do Povo e 06 para defensores do Galo
Vermelho: Direto para Antonio José Cardoso de Oliveira técnico corintiano e Segundo amarelo para Rodrigo Andrés Battaglia defensor atleticano.
Nota
Deixou de expulsar o sempre maldoso Fagner defensor alvinegro no momento em que atingiu a coxa de um dos oponentes.
Cerrando
Desempenho bem fraquinho, sem critério nas advertências, sendo para com várias reclamações do corintiano Rodrigo Garro
Advertência
Direcionada ao presidente da CA-CBF Wilson Seneme: Avise seu comandado que ter avantajado corpo físico não é saber aplicar as leis do jogo. Romualdo Arppi Filho. Roberto Nunes Morgado e outros tinham corpo tênue e eram respeitados.
2ª Rodada – Juventude 2 x 0 Corinthians – Quarta Feira 17/04
Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (FIFA-RJ)
VAR
Paulo Renato Moreira da Silva Coelho (RJ)
Item Técnico
Comportamento tranquilo do principal representante das leis, idem seus assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para alviverdes e 01 para alvinegro
Vermelho: Depois de receber o segundo amarelo, para Jadson defensor da equipe mandante
Flamengo 2 x 1 São Paulo
Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)
VAR
Rodrigo D Alonso Ferreira (FIFA-SC)
Item Técnico
Os representantes das leis do jogo não foram exigidos
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para flamenguista e 03 para são-paulinos
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Coluna em Vídeo
A versão em vídeo da Coluna, por razões de agenda, não será publicada hoje, retornando, normalmente, na próxima semana.
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Politica
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Comitê dos EUA que atacou Brasil é chefiado por aliado do golpismo de Trump

Jim Jordan: deputado republicano aliado político do ex-presidente Donald Trump
O Comitê de Assuntos Jurídicos da Câmara dos Estados Unidos, que divulgou relatório citando uma suposta censura à liberdade de expressão ao Brasil e criticando decisões do ministro do STF Alexandre de Moraes, é presidida por Jim Jordan, deputado republicano apontado como fundamental nos esforços de Donald Trump para tentar subverter as eleições de 2020 pela própria Câmara.
O relatório final do Comitê da Câmara dos Deputados para investigar o ataque de seguidores de Trump ao Congresso dos EUA para tentar impedir a certificação da vitória de Joe Biden, em 6 de janeiro de 2021, afirma, em sua página 141, que o republicano Jordan foi um “um ator significativo nos esforços do presidente Trump” para tentar virar a mesa.
Segundo o relatório, ele “participou de várias reuniões pós-eleitorais nas quais altos funcionários da Casa Branca, [o advogado de Trump] Rudolph Giuliani, e outros, discutiram estratégias para contestar a eleição, a principal delas afirmando que a eleição tinha sido contaminada por fraude”.
No dia 2 de janeiro de 2021, quatro dias antes do ataque ao Congresso que terminou com cinco mortes e dezenas de prisões, Jordan coordenou uma teleconferência com Trump e outro congressistas para “discutir estratégias a fim de atrasar a sessão conjunta de 6 de janeiro” que certificou Biden como o vencedor.
Durante essa reunião, segundo o relatório do comitê criado pela Câmara, o grupo discutiu a divulgação de postagens nas redes sociais para empurrar os apoiadores de Trump para “marcharem para o Congresso” no dia 6. Tal como no 8 de janeiro no Brasil, as publicações em redes foram consideradas fundamentais para os atos golpistas.
Logo após essa reunião, Trump e Jordan conversaram por telefone por 18 minutos. No dia da invasão ao Congresso, ambos conversaram por telefone, pelo menos, duas vezes. O deputado também recebeu ligações de Rudolph Giuliani.
“Nos dias que se seguiram ao 6 de janeiro, o deputado Jordan conversou com a equipe da Casa Branca sobre a perspectiva de conceder perdões presidenciais a membros do Congresso”, afirma o relatório. Ou seja, buscava anistia para si e os colegas.
O comitê especial também pediu para que as recusas do deputado em testemunhar fossem avaliadas pelo Comitê de Ética.
Durante as eleições, Jordan acusou o Partido Democrata de “tentar roubar” as eleições e, no dia seguinte ao pleito, afirmou que algo estava errado na Pensilvânia, um dos estados que influenciaram na eleição de Biden. Ele também foi um dos parlamentares que votou pela anulação das eleições, posição derrotada no Congresso.
O comitê especial também pediu para que as recusas do deputado em testemunhar fossem avaliadas pelo Comitê de Ética.
Durante as eleições, Jordan acusou o Partido Democrata de “tentar roubar” as eleições e, no dia seguinte ao pleito, afirmou que algo estava errado na Pensilvânia, um dos estados que influenciaram na eleição de Biden. Ele também foi um dos parlamentares que votou pela anulação das eleições, posição derrotada no Congresso.
Ex-campeão de luta-livre e eleito pelo Estado de Ohio, Jim Jordan é considerado um dos mais radicais apoiadores de Trump no Congresso dos Estados Unidos, tanto que recebeu apoio explícito deste para sua candidatura à Presidência da Câmara.
Contudo, mesmo em uma casa controlada pelos republicanos, ele não foi capaz de formar maioria após duas votações, não contando com o apoio de todos os membros de seu partido. Pesou contra ele métodos considerados agressivos e desleais pelos colegas.
Desde que se tornou congressista em 2007, Jordan não aprovou nenhum projeto de lei, de acordo com o Center for Effective Lawmaking, que o classifica como um dos legisladores menos eficazes da Câmara dos Deputados. Mesmo assim ele é apontado como recordista de aparições na Fox News, canal que se notabilizou por seu apoio ao trumpismo, entre todos os demais congressistas.
Em 2015, ele apoiou a “Emenda de Proteção ao Casamento”, a fim de mudar a Constituição dos EUA definindo legalmente o casamento como uma união entre um homem e uma mulher. O projeto nunca foi para aprovado.
Leonardo Sakamoto: Colunista do UOL publicado dia 18/04/2024
Opino
O Brasil não é nem deve ser colônia de nenhuma potência política, financeira e armamentista.
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público; idem: funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“Quem adula ou transforma político em herói, dá carta branca para a corrupção!”
Fernando Zingra – Pensador
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-20/04/2024
