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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Lembre-se que o tempo é um grande árbitro em sua vida, ele logo usará o seu apito para definir o fim do jogo. Mas, será que você está indo bem nesse jogo?”

Samuel Benjamim- Pensador

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Lei que regulamenta a profissão árbitro de futebol

A presidente Dilma Rousseff sancionou no dia 10 de outubro de 2013 a lei 12.867/13 que regulamenta a profissão de árbitro de futebol. A norma permite que a categoria profissional se organize em associações e sindicatos.

A presidente vetou um artigo que tinha sido aprovado pelo Congresso, que previa que a habilitação e os requisitos necessários para o exercício da profissão de árbitro de futebol seriam definidos em regulamento próprio.

Na justificativa do veto, Dilma disse que o trecho era inconstitucional, porque, “a imposição de restrições ao exercício profissional é cabível apenas por meio de lei e quando houver risco de dano à sociedade, o que não ocorre no exercício da atividade em questão”.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º A profissão de árbitro de futebol é reconhecida e regulada por esta Lei, sem prejuízo das disposições não colidentes contidas na legislação vigente.

Art. 2º O árbitro de futebol exercerá atribuições relacionadas às atividades esportivas disciplinadas pela Lei no 9.615, de 24 de março de 1998, destacando-se aquelas inerentes ao árbitro de partidas de futebol e as de seus auxiliares.

Art. 3º (V E TA D O).

Art. 4º É facultado aos árbitros de futebol organizar-se em associações profissionais e sindicatos.

Art. 5o É facultado aos árbitros de futebol prestar serviços às entidades de administração, às ligas e às entidades de prática da modalidade desportiva futebol.

Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 10 de outubro de 2013; 192o da Independência e 125º da República.

DILMA ROUSSEFF

Manuel Dias

Aldo Rebelo

No meu entender

O Art. 5º define que os árbitros são autônomos e prestadores de serviço para entidades promotoras do futebol profissional, ligas, entidades representativas da categoria.

Atinente

Ao propalado intento do douto presidente do SAFESP Aurélio Sant’Anna Martins de procurar saída jurídica e processar a FPF

Objetivando

Que arbitro receba valor referente à divulgação do logotipo de empresa estampado na camisa de trabalho, apesar de ter firmado de sua livre e espontânea vontade, na presença e rubrica de dois árbitros, que, se exclui receber valores referentes ao direito de arena e outros.

Creio

Ser válida a tentativa, contudo, se encontrada! Terá pouca probabilidade de êxito

Portanto

Aos que entendem que o árbitro tem direitos não cumpridos pela CBF/ FPF e demais federações;

Lembro

Que o mesmo possa ocorrer para com as entidades representativas dos árbitros;

Como exemplo

O SAFESP ao escalá-lo para arbitrar disputas amadoras em clubes, empresas e outras, segundo acordado quando do contrato para envio de profissional especializado;

Igualmente

Com empresas que cedem profissionais especializados e os escala para dirigir contenda nos eventos dos setores públicos, clubes amadores e demais, conforme estabelecido no contrato de prestação de serviço.

Findando pergunto

Ilustrado senhor Aurélio Sant’Anna Martins presidente do SAFESP e militante nos diversos campos da jurisprudência.

Vai ou não vai renunciar o valor da verba de representatividade atualmente orçada por volta de R$ 7.000,00?

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Politica

Bolsonaro vira um conto do vigário em que Moro caiu

Na forma, o desembarque de Sergio Moro foi a conversão de um ato administrativo —o pedido de demissão— em espetáculo. No conteúdo, Moro se expressou como um navio que abandona os ratos. Agora, chamado de mentiroso por Jair Bolsonaro e torpedeado pela milícia bolsonarista nas redes sociais, o ex-juiz da Lava Jato soa como se tivesse potencial para l”As provas serão apresentadas no momento oportuno, quando a Justiça solicitar”, declarou à revista Veja. Moro empilhou evidências do descompromisso de Bolsonaro com o esforço anticorrupção: o esvaziamento do Coaf, a lipoaspiração do projeto anticrime, a sanção do juiz de garantias, o namoro com prontuários do centrão e, por último, a demissão do chefe da Polícia Federal. “Foi a gota d’água”, afirmou.

“As provas serão apresentadas no momento oportuno, quando a Justiça solicitar”, declarou à revista Veja. Moro empilhou evidências do descompromisso de Bolsonaro com o esforço anticorrupção: o esvaziamento do Coaf, a lipoaspiração do projeto anticrime, a sanção do juiz de garantias, o namoro com prontuários do centrão e, por último, a demissão do chefe da Polícia Federal. “Foi à gota d’água”, afirmou.

Analisando-se a lista de Moro, gota d’água vira eufemismo para gota ácida. Difícil compreender como um magistrado de mostruário, com 22 anos de janela e uma Lava Jato na biografia, tenha demorado um ano, quatro meses e inúmeras gotas tóxicas para perceber que Jair não era aquele Bolsonaro que se vendera na campanha como uma novidade com 28 anos de vida parlamentar.

A demora para a caída da ficha leva Moro a tratar Bolsonaro como uma espécie de conto do vigário em que ele caiu. O figurino de tolo não orna com a imagem do personagem que encarcerou a fina flor da oligarquia política e econômica do país. O ex-ministro disse que nunca teve a intenção “ser algoz do presidente ou prejudicar o governo.”

Suprema ironia: pela primeira vez em sua história, Moro busca a condenação de alguém para inocentar a si próprio. É como se pleiteasse, com sua delação, o perdão por ter cometido o crime da ingenuidade. Algo que, para um juiz, mereceria a pena do vexame perpétuo.

Josias de Souza: Jornalista – Publicado no UOL dia 01/05/2020 as 02h57

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Finalizando

As cobras injetam o seu veneno, para se alimentar ou se defender.

Pessoas injetam seus venenos, para atacar ou se promover.

Adagio de: Guibson Medeiros

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-02/05/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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2 comentários em “Coluna do Fiori”

  1. Prezaod Fiori, Moro sabia exatamente onde estava metendo-se quando ingressou no Governo Bolsonaro. Não há inocentes nessa história. Grande abraço, pois sou fã da sua coluna semanal no Blog do Paulinho!

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