Acordo com agente ligado a Kia evidencia prioridades da diretoria do Corinthians

Durante a gestão ‘Renovação e Transparência’, é público e notório que os negócios de futebol do Corinthians passavam pelas aprovações, principalmente, de três intermediários: Kia Joorabchian, Carlos Leite e Fernando Garcia.
Os demais, se quisessem transacionar, precisavam se associar a um deles.
Augusto Melo tentou, não por honestidade, mudar o ‘sistema’.
O objetivo inicial era ‘chutar’ o trio e privilegiar, apenas, pequenos agentes com quem, há anos, o cartola divide comissionamentos.
Mas a realidade se impôs.
Nenhum dos parceiros de Augusto possuía ‘tamanho’, nem penetração internacional, para a realização de grandes intermediações.
A decisão, então, foi a de manter o clube co-ligado com Joorabchian.
Os outros dois sumiram de Parque São Jorge, com Carlos Leite cobrando, à vista, pendência milionária que antes empurrava com a barriga.
A roda, a partir daí, voltou a girar.
O ‘amigável’ parcelamento de pendência milionária do Corinthians com agente Will Dantas, que atua em parceria com Giuliano Bertolucci – sócio do iraniano – na condução dos destinos de Pedrinho, faz parte destes entendimentos.
Assim como a como as contratações de Matheusinho e do treinador Antonio Oliveira, ambos trazidos por Bertolucci.
Após estes ‘ajustes’, os empresários menores, sócios de Augusto Melo, agirão com liberdade, e prioridade, nas categorias de base do clube – que criou quatro novas equipes para atendê-los.
Poderão, eventualmente, negociar no profissional, desde que em parceria com os prepostos de Joorabchian.
