Rubão transformou o futebol do Corinthians numa várzea

Augusto Melo, Claudinei Alves e Rubão

Próximo de apenas dois meses de nova gestão, o departamento de futebol do Corinthians saiu da era do profissionalismo para a várzea absoluta.

Jornalistas assediados por utilizarem detalhes verdes em suas vestimentas; tour de conselheiros e familiares nos vestiários, vexames em negociações de jogadores, vandalismo no camarote da Arena Barueri e, no último jogo contra a Ponte Preta, invasão do vestiário da arbitragem.

O protagonista, em todos estes episódios, é o diretor de futebol Rubens Gomes.

Rubão é caso raro – salvo os que são vítimas de doenças – de ser-humano que regrediu intelectualmente ao longo dos anos.

Um desastre.

Para piorar o problema, suas limitações, que incluem a má-educação, tem influenciado outros profissionais do departamento.

Na súmula da partida em que o Corinthians perdeu para a Ponte Preta, em Itaquera, o árbitro Matheus Delgado Candançan relata um show de horrores – e desinteligência.

Rubens Gomes invadiu o vestiário da arbitragem e disse:

“Você está de sacanagem, apita direito, não foi falta”

Estimulados pelo ‘chefe’, Fabinho Soldado, o office-boy de luxo alçado a Executivo, e o preparador de goleiros Luiz Fernando dos Santos, indevidamente identificado como membro da Comunicação – com a conivência de Wagner Vilaron, também delinquiram.

Se, na várzea, a pressão a alguns árbitros funciona diante da precariedade da segurança, num ambiente de futebol profissional serve apenas para prejudicar o clube, seja pelas sanções que serão impostas ou até mesmo pelo espírito de corpo dos profissionais desrespeitados.

Uma burrice no mais adequado padrão Rubão de ausência de qualidade.

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