Rubão, a cor verde e o Corinthians

Em 2007, quando assumiu a diretoria de futebol do Corinthians na gestão Dualib, Rubens Gomes, o Rubão, em meio a inaptidão que ajudou a montar o time que terminou o ano rebaixado à segunda divisão do Brasileirão, encontrava tempo para brigar com funcionários do clube.
À época, quem ousasse aparecer com alguma peça verde na vestimenta escutava gritos e ofensas do cartola.
O caso chegou a ser divulgado na mídia.

Dezessete anos depois, tempo suficiente para algum amadurecimento, Rubão repetiu a estupidez.
Se em 2007, ao menos, havia a questão do chefe poder estabelecer o padrão de vestimenta de seus funcionários, neste novo caso, as ‘vítimas’ não trabalham no Corinthians.
Em entrevista coletiva, o necio disparou:
“Não tem ninguém de verde hoje aqui, não, né? Vocês podiam não vir de verde aqui nas coletivas do Corinthians. Seria bem legal”
Todos os jornalistas, exceto os que se comportam como influencers ou possuem ligações com ‘organizadas’, sentiram vergonha alheia.
Ainda que Rubão fosse honesto, a desqualificação pessoal e a incompetência profissional tornariam-no inapto para ocupar posição tão relevante.
Mas está no cargo, envergonhando a todos os sensatos.
Pobre Corinthians que, além dos problemas que precisa superar, se vê diante do constrangimento de ser dirigido por gente desse nível.
