O mundo é do City, com enorme justiça!

O Manchester City confirmou 0 favoritismo e, com enorme tranquilidade, venceu o Fluminense, por quatro a zero, conquistando o Mundial de Clubes da Fifa.
Foi um passeio, como era de se esperar.
Logo aos 40 segundos, Marcelo errou a saída de bola, que sobrou para Aké definir na trave e, no rebote, Julian Alvares abrir o marcador.
Se o Flu sonhava em surpreender, acordou num pesadelo antes do primeiro minuto.
Daí por diante, o Fluminense alegrou o público com lindas, e perigosas, trocas de passes no setor defensivo, sem, porém, nenhum impacto ofensivo.
O City não sofria, apesar de passar boa parte do tempo, inusitadamente, sem a bola.
A única falha defensiva ocorreu aos 17, quando Cano foi derrubado por Ederson, dentro da área, mas o VAR, acertadamente, sinalizou impedimento.
Aos 27, quando os brasileiros diminuíram o ritmo, Rodri deu passe açucarado para Foden que invadiu a área e cruzou, mas a bola bateu em Nino, tirando Fábio do lance, morrendo no fundo da rede.
Dois a zero.
Com a situação praticamente irreversível, aos 41, o Flu teve uma única jogada perigosa, quando Ederson fez grande defesa em cabeçada de Arias.
No desespero, Fernando Diniz voltou com John Kennedy na vaga de Keno.
Porém, logo aos 02 minutos, Fábio salvou o Fluminense em batida de Foden e no rebote de Walker.
Só dava City quando Foden, aos 52, quase ampliou, com Fábio, novamente, defendendo bem.
Marcelo, Felipe Melo e Ganso saíram aos 59, porque o Fluminense, com exceção de Arias – o melhor da equipe, era atropelado, técnica e fisicamente pelo adversário.
Aos 71, Julian Alvares escapou pela direita e cruzou para Foden assinalar o terceiro.
John Kennedy, aos 78, fez grande jogada e obrigou Ederson a se desdobrar para colocar a bola a escanteio.
Deu tempo, porém, aos 87, para Julian Alvares dar números finais à goleada.
Ao final. o Mundial de Clubes ficou com o melhor time do planeta, treinado pelo excepcional Guardiola, que se deu ao luxo de jogar o torneio sem Haaland e De Bryne, contundidos; o Fluminense, vice-campeão, jogou no limite de suas possibilidades, servindo de coadjuvante perfeito para um espetáculo de futebol bem jogado.
