A demissão do racista da BAND

Na última quinta-feira, no contexto dos programas esportivos que trocaram jornalismo sério pelo entretenimento, o influenciador Farid Germano Filho decidiu imitar o goleiro Kidiaba, do Mazembe, relembrando a eliminação do Internacional no Mundial de Clubes de 2010.
O ato, por si, já seria ridículo, mas Farid foi além, imitando sons de macaco; Kidiaba é preto.
Ontem, a BAND anunciou a demissão do racista.
Fez bem, mas é pouco.
A emissora deveria abrir um Boletim de Ocorrência e processar o ‘influenciador’, que, enquanto contratado, representava a empresa.
O crime é claro e a lesão à marca inquestionável – apesar da correção posterior.
