CBF não paga fornecedores, mas acertou R$ 230 mil para ex-funcionário

Listada mais de uma dezena de vezes nos órgãos de proteção ao crédito, por calotes diversos, apesar de apresentar lucro bilionário em Balanço, a CBF encontrou dinheiro para calar um ex-funcionário.
Na última quarta-feira, o ex-Secretário Geral Eduardo Zebini aceitou receber, em setembro, R$ 230 mil para encerrar ação trabalhista contra a entidade.
O cartola foi demitido por Ednaldo Rodrigues.
Ao que parece, as rusgas, a custa da CBF, foram dissipadas.
