Por que o Corinthians pagará R$ 840 mil ao preparador físico demitido?

Duilio e Adriano Monteiro Alves

Após a chegada de V(W)anderlei(y) Luxemburgo, o Corinthians, para acolher indicação do treinador, demitiu o preparador físico Flávio de Oliveira.

Estranho acordo, porém, prevê pagamento de R$ 840 mil ao profissional, em sete parcelas de R$ 120 mil, até dezembro de 2023 (desde que ele esteja desempregado durante o período).

Não à toa Oliveira já recusou duas ofertas de trabalho, ambas na casa dos R$ 50 mil mensais.

Evidencia-se não apenas vencimentos pagos acima da média do mercado, como também estranho interesse dos cartolas em que o profissional receba todos os centavos a que teria direito.

Teria?

O aparente sobre-preço, além da inédita dedicação em honrá-lo, parece indicar arranjos extra-oficiais com a cartolagem.

Além da pagar o salário do novo preparador físico, o clube se deu ao luxo de amparar o antecessor, embora não tenha o mesmo cuidado com o depósito de FGTS de funcionários mais humildes.

Vale lembrar que o presidente do Corinthians, que avalizou o estranho acordo, está, há décadas, com as contas e bens bloqueados.

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