Psicólogo, urgente, para Abel Ferreira

No último dia 16, dissemos que Abel Ferreira, diante do comportamento agressivo demonstrado nas partidas de futebol, somado à má-educação, provavelmente, oriunda de berço, precisaria, talvez, de acompanhamento psicológico.

Ferreira, além disso, é mimado e negacionista de suas próprias transgressões.

Parte do problema advém da excessiva bajulação que recebe da diretoria do Palmeiras, que, em vez de repreendê-lo nos momentos de excesso, até jatinho já emprestou para visita familiar em outro continente.

Ontem, Abel tomou um celular das mãos de produtor da Rede Globo, que filmava discussão de cartola palestrino com membro da arbitragem, e somente devolveu após perceber que estava sendo flagrado, em vídeo, pelo demais jornalistas do local.

Na coletiva, certamente orientado pela assessoria, pediu desculpas.

Alguém precisa impor limites a Abel.

O que antes era ‘somente’ má-educação e nervosismo exacerbado tornou-se, agora, comportamento de violência.

Para o bem de sua saúde e também daqueles que com ele convivem, urge a necessidade de tratamento psicológico, antes que coisa mais grave venha a ocorrer.

Se Abel comporta-se de maneira agressiva num ambiente de vitória, o que não estaria acontecendo se o clube estivesse em má-fase e seu pescoço próximo da degola?

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