O dilema de Tite

Quatro meses após abandonar a Seleção Brasileira, o treinador Tite não teve o retorno esperado em propostas de grandes equipes do futebol mundial – ou seleções.

Sondagens apenas do mundo mediano do esporte.

Milionário, seria melhor encerrar a carreira do que se aventurar a desafios fadados ao fracasso.

Eis uma das razão do silêncio diante do lobby de seus agente para que possa treinar o Flamengo após a queda de Vitor Pereira, que é iminente.

A outra seria a suposta ética da profissão.

Daqui dois anos, o Flamengo estará no Mundial de Clubes da FIFA, em novo formato, vitrine que Tite tomará, diante das doze melhores equipes da Europa, como última chance de se emplacar na elite do Velho Mundo.

O título de 2012, num torneio de tiro curto, diante do Chelsea – o último de uma equipe brasileira, selou seu caminho à Seleção Brasileira; a expectativa é a mesma no Flamengo, mas, para a contratação se efetivar, terá que aparar arestas com Gabigol, a quem prejudicou para acolher jogador ligado a seu superior hierárquico na CBF.

Tite topa trabalhar do jeito que Marcos Braz gosta, e embolsa.

Eis o risco do Flamengo, que era o mesmo com Jorge Jesus, embora com este as coisas tenham funcionado dentro de campo.

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