Somente a ‘esperteza’ justifica Gilson Kleina na Portuguesa

Denise Boni de Mattos e Antonio Carlos Castanheira

A Portuguesa tem se esforçado para ‘conquistar’ o rebaixamento à Série B do Paulistinha, após anos de luta pelo acesso.

Não há dinheiro, principalmente com as contas bloqueadas, que justifique, por exemplo, vender o mando de jogo contra o Corinthians, quando a única possibilidade de vitória, ou, ao menos, de não perder, seria apostar no estádio do Canindé.

É gigantesca a diferença técnica entre as equipes.

Mas nada se compara ao atentado da contratação do péssimo Gilson Kleina.

Além do currículo ruim, que o levou, recentemente, a desistir da carreira, retomando-a somente após fracasso na incursão como político em partido bolsonarista, o treinador é daqueles que os agentes de jogadores adoram ‘utilizar’.

Rebaixado por Palmeiras, Chapecoense, Brusque, além de demitido de Bahia e Avaí após deixá-los na beira do precipício, Kleina teve cinco passagens pela Ponte Preta – todas de absoluto fracasso, explicáveis apenas pela disponibilidade em escalar atletas ligados ao generoso intermediário Fernando Garcia.

Levando-se em consideração que a probabilidade do presidente da Lusa, Antonio Castanheira, não saber da fama do novo contratado é quase nula, evidencia-se, talvez, um conluio de ‘espertezas’ que, como ocorrido no passado, terá a Portuguesa e seus sofridos torcedores, novamente, como vítimas.

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