Delegacia com provas contra ex-presidente do Santos foi assaltada

Semana retrasada, de maneira estranha, com a possibilidade de cooptação de um dos policiais que atua no local (a ação está sendo investigada), o 11º DP de São Paulo teve subtraídos, em furto, dezenas de provas colhidas em prisões recentes.
Entre as quais celulares apreendidos de suspeitos.
Alguns deles, segundo informações, estariam ligados ao Inquérito que apura a participação de Orlando Rollo, ex-presidente do Santos, em esquema de extorsão ao narcotráfico.
A perícia, porém, já havia sido executada.
Rollo é dono de loja maçônica que possui entre frequentadores diversos integrantes relevantes da Polícia de São Paulo.
O cartola, que teve o relaxamento da prisão negado após indicar a necessidade de tratamento no anus, se envolveu em polêmica, dias após o incidente na delegacia, quando, em depoimento, teria sugerido possível delação premiada, razão pela qual o presídio em que está localizado pediu a transferência para a Penitenciária de Tremembé; a SAP analisa a situação.
