CBF faz campanha envergonhada para o Genocida

Ontem, o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, que obedece às ordens do vice Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF, posou ao lado de executivo da Nike com a camisa de nº 22 da Seleção Brasileira.
Todos sabem, é número do genocida.
Somente após a repercussão, e da óbvia propagação, retirou o registro das mídias sociais.
Cara de pau, disse que tratou-se de coincidência porque John Slusher, o executivo, teria jogado futebol com esta numeração.
Não há inocentes na CBF.
Seu diretor de comunicação, Rodrigo Paiva, popular bolso de Ricardo Teixeira, até por dever de ofício, deve ter avaliado a repercussão.
Ednaldo Rodrigues não assinou a ‘Carta às brasileiras e aos brasileiros’ que evidenciou os que, de fato, tem apreço pela Democracia.
Entre apoios escancarados, existem movimentações envergonhadas a favor do pilantra presidencial.
A da CBF, ao que parece, é uma delas.

