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Jorginho, xenofobia e a ‘revolta’ de quem trata canalha como ‘mito’

O treinador Jorginho, ao criticar o companheiro de profissão Abel Ferreira, soltou a seguinte pérola:

“Não é à toa que não só ele, mas toda a comissão técnica vem sendo expulsa constantemente, porque falta esse tipo de respeito. Você bater palma para o árbitro é sacanear o cara”

“É uma coisa que me revolta como treinador, como brasileiro, ele vir no nosso país e estar desrespeitando nosso país, desrespeitando nossos árbitros, dizendo que (o árbitro Roman Abatti Abel) é cego, xingando de tudo quanto é nome e nada acontece”

Ardilosidade evidente.

Em meio ao consenso de que Abel, de fato, é um chato quando lida com a arbitragem, Jorginho estimula preconceitos para que o treinador palestrino seja, por outro ponto de vista, avaliado.

Xenofobia disfarçada de preocupação com o país, que ele desmentiu, posteriormente, em inconvincente pedido de desculpas.

Típico comportamento dos que vivem de maneira oposta ao que pregam – no sentido de religião, porque o treinador é daqueles que utilizam a Bíblia como se fosse desodorante.

A ‘revolta’ e o desejo de proteção ao pais, estranhamente, não afloraram quando Jorginho conviveu de braços dados com a cúpula do futebol brasileiro – beneficiando-se, inclusive, do criticado sistema da ‘CBF Academy’, e no tratamento de ‘Bolsonaro mito’, dispensado, em recente entrevista (pouco mais de um mês), ao canalha da República.

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