Patrocinadora de CBF e Santos é ‘oasis’ da criminalidade

Título de reportagem da FOLHA, de hoje, é autoexplicativo sobre os riscos de envolvimento financeiro com a BINANCE, corretora multinacional de criptomoedas:
“Como a Binance se tornou um polo para hackers, fraudes e traficantes de drogas”
Os dados são alarmantes.
Em setembro de 2020, um grupo de hackers ligado ao Governo Norte-Coreano invadiu uma pequena corretora eslovaca e roubou o equivalente a US$ 5,4 milhões.
Para ocultar o rastro do dinheiro, os membros abriram contas falsas na Binance, lavaram a quantia em criptoativos, compraram dólares e redistribuíram em diversas contas tradicionais.
A operação durou apenas nove minutos.
Estima-se que a BINANCE participou de US$ 2,3 Bilhões em movimentações financeiras derivadas de ações de hackers, fraudes de investimento e vendas ilegais de drogas.
Parte deste montante deve compor o enorme faturamento da empresa.
Da quantia, são retirados os pagamentos dos patrocínios a Santos, CBF e demais parceiros.
