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Tentativa fracassada de IPO custou R$ 3,6 milhões a presidenciável do Corinthians

Paulo Garcia e seu irmão Fernando na sede da Elenko Sports

No limite do prazo, a Kalunga, empresa de Paulo Garcia, eterno presidenciável do Corinthians, apresentou seu balanço de 2021.

Os números diferem pouco do demonstrativo mais recente (3º trimestre).

A dívida permanece na casa de impressionantes R$ 2,2 bilhões.

Enquanto as concorrentes se fortalecem no mercado digital, a Kalunga, novamente, retroagiu.

Em 2020, 23,8% das vendas do grupo eram finalizadas pela internet.

No ano seguinte caiu para 20,1%.

Porém, o fracasso mais lamentado é o da tentativa de IPO na Bolsa de Valores de São Paulo, tratado pelos gestores da Kalunga como tábua de salvação da empresa, que, dizem, estaria se socorrendo da ajuda de Fernando Garcia, agente de jogadores, para minimizar problemas financeiros.

R$ 3,6 milhões já foram gastos na empreitada.

Até o presente momento, por inadequações às regras da CVM e da B3, além da desconfiança do mercado diante de frequentes notícias desabonadoras de seus administradores – que levaram à renúncia de Paulo Garcia da presidência, a Kalunga segue ‘fora do jogo’.

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