CBF, Purificação, Cazuza e a dança de quadrilha

Na próxima quarta-feira, Ednaldo Rodrigues será eleito, candidato único que é, presidente da CBF.
O nome de seus vices dão a tônica do que esperar da gestão:
Francisco Novelletto, Fernando Sarney, Antônio Aquino, Marcus Vicente, Reinaldo Carneiro Bastos, Rubens Lopes, Helio Cury e Roberto Góes.
Difícil não lembrar de Cazuza com sua frase ‘eu vejo o futuro repetir o passado’.
O escárnio é tamanho que ousaram colocar o seguinte nome na chapa: “Pacificação e Purificação do Futebol Brasileiro”.
A pureza dessa gente é amplamente conhecida nos bastidores da bola.
Com a presença de Carneiro Bastos, da FPF, sepulta-se, definitivamente, a era Del Nero na Casa Bandida, trocada, porém, por semelhantes que, inclusive, com ele estiveram no passado.
É o poder mudando de mãos para que gavetas e bolsos sejam renovados, mas continuem se movimentando.
Só quem ficará na mesma é o futebol brasileiro.
A comemoração da vitória bem poderia ser através de sincronizada e simbólica dança de quadrilha.
