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Blog do Paulinho

Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Vergonha na cara poderia ser vendida na farmácia, tem gente que precisa de altas doses”

Trazido da rede social: Tumblr

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Árbitros pressionados a pagar iméritas taxas administrativas

Por mais esta vez ouvimos do advogado e ex-árbitro Benedito Martinho de Oliveira, popular Bene que os árbitros não devem se curvar às constantes pressões provindas do ocupante da cadeira de presidente SAFESP para que façam o pagamento do percentual de aproximadamente 3% do valor da taxa que lhes é paga depois de desempenhar a atividade, conforme contrato SAFESP e FPF.

Lembrando

Próximo do fim da gestão Arthur Alves Junior adveio o distrato com a FPF referente ao depositar no caixa SAFEP os valores das taxas de trabalho dos árbitros pelo desempenho nos diversos eventos por ela patrocinados.

Observação

Durante a vigência do tratado, o juris171consulto integrava o quadro de árbitros, contrariado com os descontos, empinava o nariz, batia no peito afirmando que a cobrança era inconstitucional.

No

Hoje e na cara dura desdiz o que asseverava, pressiona os associados federados e amadores a pagar o que não devem.

Seguramente

Duvido que faça o mesmo com os FIFA e parte dos que estão no quadro da CBF.

Advertência

Aos covardes e execráveis fofoqueiros associados ou não do SAFESP

Minha

Minha vida é livro aberto, nada temo; no passado tive problemas com Benedito Martino de Oliveira. Atualmente, estamos conversando claramente na tentativa de encontrar caminho para reerguimento do SAFESP.

Logo

Parem de fofocar, nunca trai ou trairei os princípios passados por meus avós, meu pai e minha mãe; continuo sonhador e leal para com amigos, temporários e distantes.

Havendo

Duvidas: estou à disposição pra o que der, vier e.

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8ª Rodada da Serie A do Paulistão 2022

Sábado 19/02

Palmeiras 1 x 0 Santo André

Árbitro: Thiago Lourenço de Mattos

VAR

Thiago Luís Scarascati

Item Técnico

1º – Acertou por não ter aceitado reclamação que houve penalidade máxima quando de uma disputa normal entre Dudu e um dos defensores andreenses

2º – Bem próximo, com domínio visual deixou de paralisar a refrega e marcar penalidade máxima a favor do Palmeiras, no momento em a redonda tocada por Rafael Veiga foi desviada ao tocar no braço direito bem aberto do oponente Carlão; na primeira paralização,

VAR

Requereu que fosse rever o lance no monitor, ao fazê-lo, admitiu ter passado a responsa para a tecnologia, voltou atrás apontando a marca da cal; Rafael Veiga cobrou decretando a vitória de sua equipe.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para alviverdes, dentre estes, sem novidade: o técnico Abel Ferreira; e 04 para andreense incluso o técnico Thiago Carpini Barbosa.

Botafogo 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Douglas Marques das Flores

VAR

Vinicius Furlan

Item Técnico

Poucas falhas

No todo

Desempenho aceitável

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para corintianos

Domingo 20/02

Santos 0 x 3 São Paulo

Arbitro: Edna Alves Batista

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral

Item Técnico

1º – Estava próximo do lance e não marcou a penalidade máxima do são-paulino Pablo Maia no santista Marcos Leonardo

2º – De frente pro fato, Edna Alves Batista errou feio por não marcar a penalidade máxima cometida por Reinaldo defensor são-paulino no momento que praticou o denominado carrinho, atingindo bola e oponente Angelo.

Remate

Os erros da árbitra e omissão do VAR prejudicaram a equipe santista

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores do Peixe e 02 para Tricolores do Morumbi


AVISO

Excepcionalmente, a versão em vídeo da Coluna não poderá ser publicada devido a problemas com equipamentos de gravação.

Semana que vem retornará.

Desde já pedimos desculpas pelo transtorno.


Política

Não à guerra

Ao invadir a Ucrânia por ar, terra e mar, Vladimir Putin chacoalha o mundo no fim da pandemia, ameaça à economia internacional, confronta a Europa, enfraquece Joe Biden e fortalece a volta de Donald Trump ao governo dos Estados Unidos, ainda a maior potência. Isso tem consequências no Brasil? Obviamente que sim.

Cuidado com o calibre dos ataques a Biden. Quanto mais a diplomacia, a academia e a mídia esculacham Biden, mais crescem as chances de um novo mandato para Trump, o que é conveniente para Putin, que interferiu a favor de Trump contra Hillary Clinton nas eleições americanas, e para o presidente Jair Bolsonaro, que disputa a reeleição e espaço na extrema direita internacional.

Por isso, a posição do Brasil na guerra evoluiu mal: a cúpula do governo avaliava que Putin ganhava muito com as ameaças de invadir a Ucrânia, mas não chegaria ao ponto de cumprir essas ameaças. Daí a decisão de manter a viagem de Bolsonaro à Rússia e de não orientar os brasileiros a deixarem a Ucrânia. Nem plano para tirá-los de lá havia.

Dessa viagem, o que fica, agora e para a história, é o presidente do Brasil declarando “solidariedade” à Rússia em Moscou, enquanto Putin se engalfinhava com EUA, Europa, Japão, Austrália… Os mesmos, aliás, que, após os primeiros ataques, também lideraram as sanções ao governo, empresas e autoridades russas.

O Brasil não apoia sanções, nem mesmo contra Cuba, no passado, e o Irã, depois. Além disso, decisões da Assembleia-Geral da ONU não têm efeito jurídico vinculante e o Brasil só endossaria sanções caso o Conselho de Segurança apoiasse. Impossível: a Rússia é um dos cinco membros efetivos e tem poder de veto.

Assim, o Brasil não vai à guerra e não vai aderir às sanções. Só pode condenar veementemente a invasão da Ucrânia, como americanos, europeus, diplomatas e políticos brasileiros, ou fazer notas pedindo “suspensão imediata das hostilidades”, como o Itamaraty fez ontem.

Com a guerra, dólar, euro e os preços do petróleo, do gás, do pãozinho e do macarrão tendem a disparar – Ucrânia e Rússia produzem 30% do trigo do mundo. O impacto é na inflação, nos juros e, como sempre, no crescimento do Brasil, já tão baixo e instável.

Alguém precisa dizer ao PT que Putin pode até ter razão ao temer a Ucrânia na OTAN, mas ele não é amigo e invasão de países é violação do direito internacional. E também explicar a Bolsonaro que gasolina, dólar, pãozinho e macarrão caros e inflação alta não combinam com reeleição. Guerra mata, destrói e tem de ser duramente condenada pela esquerda e pela direita num país historicamente pela paz.

Eliane Cantanhêde: Periodista e comentarista politica – Publicado no Estadão do dia 25/02/2022

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Finalizando

“Não importa os motivos da guerra, a paz ainda é mais importante que eles”

Roberto Carlos:  é um cantor e compositor brasileiro considerado

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-26/02/2022

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