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O pesadelo de Wilmar Roldán

Considerado um dos principais árbitros do planeta, o colombiano Wilmar Roldán passou por apuros na condução de Equador vs. Brasil, pela eliminatórias da Copa do Mundo 2022.

Errou gravemente em três lances de expulsão.

O primeiro, por não ter expulsado o goleiro Domínguez, do Equador, que solou o pescoço de Matheus Cunha, longe da jogada de bola.

Depois, ao dar vermelho para Alisson, que disputava a bola e, somente após tocá-la, resvalou no atacante adversário.

E, por fim, em nova expulsão de Alisson (explicaremos na sequência), desta vez com o agravante de ter marcado penalidade máxima inexistente.

Antes disso, desta vez sem cartão, assinalou pênalti, que também não ocorreu, de Raphinha em Estupiñán.

Só não foi pior porque Roldán, apesar de nitidamente contrariado e, em alguns momentos, envergonhado, aceitou as argumentações dos atletas prejudicados – não sem amplo e demorado debate – e, principalmente, os apontamentos do VAR, esclarecedores em todos os lances.

Por conta disso, Dominguéz que havia ‘passado batido’ na solada em Matheus, foi expulso; Alisson, ‘desexpulso’ duas vezes e as penalidades desmarcadas.

Roldán sentiu tanto as mancadas que acabou por errar, também, escandalosamente, nos tempos de acréscimo, concedidos para repor as paralisações.

Neste caso, o VAR não pode fazer nada.

Nitidamente, o árbitro estava mais preocupado em encerrar logo o pesadelo do que em aplicar as leis do jogo.

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