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Albert Einstein expõe pacientes a contágio de COVID-19 para ‘empurrar’ teste sem participação de plano de saúde

Ontem (13), às 16h30, o paciente que identificaremos como F.O.R, profissional da saúde, deu entrada na Unidade Perdizes do Hospital Albert Einstein com sintomas evidentes de COVID-19.

Anosmia, tosse, falta de ar, febre, etc.

Permaneceu durante duas horas e dez minutos convivendo com terceiros numa sala de espera, esperando para realizar o teste que definiria seu quadro clínico.

Todos expostos, por óbvio, ao contágio.

A razão da demora?

Funcionários do Einstein, aparentemente instruídos, tentavam convencê-lo a realizar o exame por meios particulares, pagando R$ 350, em vez de utilizar o plano de saúde, da AMIL, que ele já havia informado.

“A liberação pode demorar até três dias”, disseram.

Diante da insistência de F.O.R, a atendente pediu para que o próprio, mesmo em condições precárias de saúde, entrasse em contato com o atendimento da AMIL e tentasse agilizar o processo.

Somente após o tempo retratado, diante da possibilidade de algum escândalo, o Einstein decidiu colocar a pulseira de identificação no paciente – até então sequer identificado no sistema – e realizar o procedimento, “por conta e risco da unidade’, lhe disseram.

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