Pirotecnia dos bastidores de Brasil e Argentina tinha por objetivo esconder pecado original

Quatro cidadãos argentinos, mais do que oriundos, moradores da Inglaterra, entraram no Brasil através do principal aeroporto do país e, mesmo obrigados, por Lei, a cumprirem quarentena, foram liberados.
Eis o pecado original.
Bastou mentirem para a desinformada imigração, incapaz de checar os carimbos em passaportes, para entrarem, tranquilamente, nesta ‘terra de ninguém’.
Quantos mais, sem fama, não procederam de maneira semelhante e estão, tranquilos, espalhando a doença por aqui?
Diferentemente destes, era pública e notória a origem dos argentinos.
O desenrolar das ações posteriores, culminando com a necessidade de desviar o foco e invadir o campo de jogo para demonstrar a força do Governo contra os ‘vilões’ infratores, se deu para minimizar a enorme incompetência e irresponsabilidade de nossas autoridades.
CBF, AFA, FIFA, CONMEBOL e demais envolvidos comportaram-se como de hábito, objetivando driblar leis e abafar as possibilidades de punições, mas são meras coadjuvantes de um problema muito mais sério que, há tempos, compromete a saúde pública do país.

O pecado original foi a mentira, a evidenciação da falta de controle foi posterior. A Argentina tem de perder os pontos da partida.