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Veto de jogadores às Eliminatórias da Copa do Mundo servirá para mensurar poder da FIFA

La Liga e Premier League, com absoluta razão, referendaram decisões de seus clubes membros em não ceder jogadores para países que apresentem grande risco de contágio pelo COVID-19.

Não que façam todo o dever de casa, conforme demonstrado nas irresponsáveis presenças de público em seus torneios, mas, ao menos, impõe-se algum limite às possibilidades de propagação da doença entre jogadores de futebol.

A questão, fora pandemia, é a sinuca de bico em que ficou a FIFA.

As Eliminatórias fazem parte de uma fase intermediária do mais relevante torneio do planeta, responsável pelo sustento e, em parte, pelo poder da entidade máxima do futebol.

Ainda que por razões nobres, indiscutivelmente, trata-se de afronta, principalmente por se tratar de determinações unilaterais.

Caberá, em breve, à CBF e demais confederações atingidas reclamarem com a FIFA ou aceitarem, passivamente, o veto a seus convocados.

Seja qual for o comportamento, o precedente está aberto.

No caso da FIFA, servirá para expor, claramente, os atuais limites do poder da entidade.

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