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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Ausência de autocritica e inveja corrói o ser humano”

Adágio de: Euclydes Zamperetti Fiori

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Na atividade miraram, escutaram e calaram; no hoje autoproclamam-se salvadores do SAFESP

Lhufas de surpresas que Paulo de Souza Arruda e Rodrigo Braghetto, dois não associados, continuem insistindo e divulgando que não são recebidos pelo jurisconsulto e principal mandatário do SAFESP

Ora!

A recusa em recebê-los é de fácil e correta interpretação, creio que devam saber: Não associados, não tem direito.

E mais

Afianço que Paulo de Souza Arruda distanciou-se do SAFESP desde sua saída do quadro de árbitros da FPF, mesmo não associado, reaproximou-se quando da primeira convocação da campanha eleitoral 2019 apoiando o jurisconsulto;

Entretanto

Sabedor que José de Assis Aragão lideraria outra chapa, rapidamente, mudou de lado.

Atinente

Ao Rodrigo Braghetto sou informado que deixou o quadro associativo desde seu afastar da arbitragem FPF.

Finalizo

Tanto um quanto outro, quando árbitros, tomaram conhecimento das diversas agressões e injustiças aos colegas.

Que prova existe de que se fizeram solidários encarando os dirigentes da CBF, FPF, clubes e torcedores?

Igualmente

Quando acionaram a direção SAFESP para tomada de posição diante das agressões e injustiças sofridas pelos associados?

Lembrando

O Regimento Eleitoral 2004 item “f” impede candidatura dos associados detentores de empresas ou que estejam dirigindo associação ou entidades de árbitros não reconhecidas pela assembleia.

Conclusão

União e apego para salvar o SAFESP

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Pequena pausa

Nas próximas três semanas, estarei afastado das atividades da Coluna para resolução de pendências pessoais.

Peço desculpas pela inconveniência aos que, todos os sábados, ao longo de quase 15 anos, acostumaram-se a ler nossas informações e opiniões.

16ª Rodada da Série A do Brasileirão 2021

Sábado 14/08

Atlético-MG 2 x 0 Palmeiras

Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (FIFA-RJ)

VAR

Rodrigo Nunes de As (VAR-FIFA-RJ)

Item Técnico

Desenvolvimento aceitável

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para atleticanos e palmeirenses

Vermelho: Depois de ter acatado a apreciação do assistente 01: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (FIFA-RJ), e advertido injustamente com o segundo amarelo para Patrick de Paula defensor palmeirense quando do escorregão que atingiu involuntariamente seu oponente Jair.

Observação

Por se insurgirem contra a expulsão o assoprador expulsou Abel Ferreira e Joao Miguel Barreto Martins componentes da comissão técnica da equipe alviverde.

São Paulo 2 x 1 Grêmio

Árbitro: Bráulio da Silva Machado (FIFA-SC)

VAR

Rodrigo Dalonso Ferreira (VAR-FIFA-SC)

Item Técnico

Trabalho oportuno dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para são-paulinos e 02 para gremistas

Domingo 15/08

Corinthians 3 x 1 Ceará

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)

VAR

Rafael Traci (FIFA-SC)

Item Técnico

Trabalho normal executado pelos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão amarelo: 01 para corintiano e cearense

Copa Libertadores 2021 – Terça Feira 17/08

Palmeiras 3 x 0 São Paulo

Árbitro: Wilmar Roldán (COL)

VAR

Júlio Bascuñan (CHL)

Item Técnico

Trabalho admissível

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: Arboleda e Daniel Alves defensores são paulino

Vermelho: Corretíssimo para o são-paulino Vitor Bueno quando da maldosa solada no oponente Gustavo Gomes


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.


Política

Um presidente aloprado e sua gangue fora da lei

 

Bolsonaro ameaça ministros do STF com impeachment e apoiador diz que a cobra vai fumar

Encurralado por quatro ações no Supremo Tribunal Federal (STF) e uma no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), um recorde histórico, Jair Bolsonaro postou no sábado 14: “Todos sabem das consequências, internas e externas, de uma ruptura institucional, a qual não provocamos ou desejamos. De há muito, os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, extrapolam com atos os limites constitucionais”.

Mentira! Desde 2018 o presidente denuncia as urnas eletrônicas como fraudadas para evitar, com um autogolpe, a derrota em 2022. Após longa leniência das autoridades guardiãs da Constituição, da paz e da ordem públicas, estas exigiram que ele apresente as provas que diz ter. Mas, à exceção da fraude que pratica, tendo prometido combater a corrupção, “mais Brasil e menos Brasília”, e traído tais promessas, nada revelou de relevante.

Ao contrário, seja por tolerância exagerada ou compreensível respeito à vontade popular em decisões eleitorais não alteradas, que venceu seis vezes, o chefe do desgoverno atroz tem sido poupado de merecidas penas. Há dois anos, o ex-juiz da Lava Jato Sergio Moro denunciou suas reiteradas tentativas de interferir politicamente na Polícia Federal (PF). De lá para cá, fez gato e sapato com a instituição, ao nomear fâmulos da famiglia, Anderson Torres e Paulo Maiurino, para o Ministério da Justiça e a direção da policia judiciária. O delegado Alexandre Saraiva foi afastado do inquérito sobre suspeita de cumplicidade de seu apoiador Ricardo Salles no Ministério do Meio Ambiente, mesmo tendo sido este denunciado em venda ilícita de madeira da Amazônia, flagrada não pela PF, mas no destino, os EUA, o que lhe provocou demissão. O inquérito está parado porque o STF ainda não decidiu se o presidente deporá por escrito ou pessoalmente. Lana caprina, portanto.

Bolsonaro ainda compartilhou, por escrito, no aplicativo WhatsApp, manifesto ostensivamente golpista, assinado por um grupo de Facebook chamado “Ativistas direita volver”. O manifesto reza, em vernáculo vulgar: “O Presidente Bolsonaro, no início de agosto, em vídeo gravado, pediu para que o povo brasileiro fosse mais uma vez às ruas, na Avenida Paulista, no dia sete de setembro, dar o último aviso, mas, desta vez, ele reforçou que o ‘contingente’ deveria ser absurdamente gigante, ou seja, o tamanho desta manifestação deverá ser o maior já visto na história do país, a ponto de comprovar e apoiar, inclusive internacionalmente, para que dê a ele e às FFAA, para que, em caso de um bastante provável e necessário contragolpe que terão que implementar em breve, diante do grave avanço do golpe já em curso há tempos e que agora avança de forma muito mais agressiva, perpetrado pelo Poder Judiciário, esquerda e todo um aparato, inclusive internacional, de interesses escusos”. Compartilhar significa participar.

Compartilhou-o simultaneamente à divulgação por seu aliado Roberto Jefferson, dono do Partido Trabalhista Brasileiro – que lhe foi doado por Golbery do Couto e Silva na ditadura –, de um manifesto virulento, ilustrado por uma foto empunhando duas pistolas, ao estilo caubói do Velho Oeste. No mesmo sábado 14 de agosto em que o próprio Bolsonaro anunciou que exigiria as cabeças de Barroso e Moraes ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que ajudou a eleger, um cantor que migrou da Jovem Guarda para o sertanejo convocou, em reunião com empresários ditos do agronegócio, o “antigolpe” para o feriado da Independência: “Nós vamos parar 72 horas. Se não fizer nada, nas próximas 72 horas, ninguém anda no País, não vai ter nem caminhão para trazer feijão para vocês aqui dentro”, disse o artista em reunião em Brasília. Sentado ao lado do presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, Sérgio Reis gabou-se ainda de ter sido remunerado e de haver almoçado com Bolsonaro antes das ameaças.

A impudica e imprudente pretensão golpista do capitão terrorista o inclui na condição de “aloprado”, definição usada por seu mais provável adversário no segundo turno da eleição presidencial de 2022, Lula, quando insultou correligionários que produziram relatório falso para evitar a vitória do senador José Serra ao governo de São Paulo. A pretensão do cantor esbarra em leis que proíbem o impedimento de abastecimento de alimentos e o congelamento de preços de derivados de petróleo. Como Jefferson, Reis e Eduardo Araújo encenam um caso de polícia corriqueiro, que nem exigiria a intervenção do STF ou do TSE.

Em entrevista ao Blog do Nêumanne, no portal do Estadão, o economista Paulo de Tarso Venceslau, o primeiro a denunciar corrupção do PT, observou: “Bolsonaro é um zero à esquerda e não depende de Deus para ficar, mas dos milicos”. E do povo. Marcelo Ramos, vice-presidente da Câmara dos Deputados, resumiu: “Presidente, chega! Chegou a hora de o senhor falar como vai enfrentar 15 milhões de desempregados, 19 milhões com fome, juros crescentes, inflação descontrolada na comida, energia e combustível. Chega dessa graça de criar problemas artificiais para um país cheio de problemas reais”. Basta, xô e tchau!

José Nêumanne: Jornalista, Poeta e Escritor- Publicado no Estadão do dia 18/08/2021

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Finalizando

“É tanta fraude, tanta corrupção, que não parece que somos uma República, mas uma Privada!”

Juscelino Vieira Mendes: Pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-21/08/2021

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