Messi, Neymar e Mbappe

No papel, a contratação de Messi para jogar ao lado de Neymar e Mbappé, sem contar os demais companheiros, quase todos de altíssimo nível, fazem do PSG, indubitavelmente, o melhor elenco do mundo.
A esperança, dos torcedores do clube e dos amantes do futebol, é que, na prática, funcione.
Não se duvida de Messi, profissional exemplar em todos os períodos da carreira, mas a empáfia de Neymar e a possibilidade, ainda que remota, de Mbappé sentir-se desconfortável, preocupa.
O brasileiro retornará, novamente, à condição de coadjuvante do gênio, justamente o que lhe motivou a sair do Barcelona, anos atrás.
Terá, ao menos, aprendido essa lição?
Mbappé dividiu holofotes com Neymar, e, nessa composição, corre o risco de tornar-se, midiaticamente, o ‘terceiro’ da equipe.
Se souber lidar com o assunto, os passes de Messi poderão consagrá-lo, mais do que a Neymar, gerando uma constelação de fazer inveja a outros esquadrões históricos do esporte mais popular do planeta.
