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Nos pênaltis, Brasil supera o México e disputará o Ouro Olímpico

A Seleção Brasileira não jogou bem, empatou em zero a zero com o México no tempo normal e também na prorrogação, mas garantiu a classificação à final na cobranla de penalidades, assinalando quatro a um.

No mínimo, garantiu a medalha de Prata.

Na primeira etapa, o Brasil dominou a posse de bola, mas não o jogo, que foi equilibrado na maior parte do tempo.

O melhor lance brasileiro se deu numa bola para de Daniel Alves, aos 22, bem defendida por Ochoa.

Aos 27, a arbitragem inventou pênalti em Douglas Luiz, mas o VAR corrigiu.

As grandes possibilidades do México ocorreram aos 41, quando Santos fez grande defesa em batida de Romo, e aos 46, com Diego Carlos salvando gol certo de Antuna.

O jogo caiu em qualidade no segundo tempo, seguindo, porém, na toada do equilíbrio.

Somente aos 36, numa cabeçada na trave de Richarlison em que a bola, caprichosamente, cruzou toda a extensão da meta, o Brasil chegou perto da vitória no tempo normal.

Antes do início da prorrogação, Jardine retornou com Malcon no lugar de Antony.

De nada adiantou.

Persistiu o marasmo das equipes, conflitante com a importância de uma disputa garantidora de medalha olímpica, decida, por conta disso, apenas nas penalidades.

Daniel Alves bateu, Ochoa tocou, mas a bola entrou.

Um a zero Brasil.

Aguirre chutou mal e Santos defendeu.

Martinelli, canto esquerdo do goleiro, dois a zero.

Vasquez, na trave, perdeu o segundo dos mexicanos.

Bruno Guimarães, com categoria, três a zero.

Rodrigues, goleiro num canto, bola no outro, três a um.

Reinier marcou o quarto e classificou o Brasil para a disputa do Ouro Olímpico, a ser disputado no próximo sábado.

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