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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Ética é uma verdade absoluta. Já a moral é uma variável, dependendo da cultura de cada povo…”

Tiny Willy: foi um cantor e compositor americano da década de 1950 e 1960.

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Arbitragem desrespeitou a lei do jogo no Brasileiro Feminino A1 – 2021

Dia 24/06

Santos 1 x 2 Cruzeiro

Árbitra: Adeli Mara Monteiro (SP)

Assistente 01: Rodrigo Meirelles Bernardo (SP)

Assistente 02: Robson Ferreira Oliveira (SP)

Quarta Árbitra: Marianna Nanni Batalha (SP)

Analista de Campo: Regildenia de Holanda Moura (SP)

Item Técnico

Próximo do término na contenda o placar apontava 1 x 1

Absolutamente

Indesculpável o erro de direito empreendido pela árbitra e assistente 02 e demais componentes, por estarem,

Distraídos

Na anormalidade da cobrança de impedimento proveniente de uma defensora da equipe cruzeirense;

Clarificando

Diz a regra 11 que o impedimento é tiro indireto, ou seja, o batedor não pode tocar seguidamente na bola,

Exatamente

O que fez a cruzeirense ao dar leve toque, em seguida outro até o quarto, daí lançar a redonda para a ponta direita, desta pra dentro da área, findando com a bola no fundo da rede decretando a vitória da sua equipe.

No

Ato e posteriormente não houve nenhuma reclamação, fator que comprova mostra o nível de conhecimento de atletas e dirigentes do futebol brasileiro.

Nota

Por ser reservado ao presidente da CA-CBF, fico muito duvidoso no inserido do relatório da observadora e vice-presidente do SAFESP Regildênia de Holanda Moura,

Vez que

A irregularidade não pode passar batida, para tanto: É necessário que o presidente da CA-CBF exponha publicamente o descrevido.

Pergunto

O relato da observadora esta pautado na ética ou na moral?

Confira abaixo o lance comentado

7ª Rodada da Série A do Brasileirão 2021

Domingo 27/06

Fluminense 1 x 1 Corinthians

Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)

VAR

Daniel Nobre Bins (RS)

Item Técnico

Acertou ao marcar a penalidade máxima cometida por Luccas Claro defensor do tricolor das laranjeiras no oponente Mosquito;

Penalidade

Batida por Jô, resumida no gol de abertura do placar.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para defensores da equipe carioca e 01 para paulistas

Cartão Vermelho: Para Abel Hernandez defensor do Fluminense por falta grave no corintiano Gabriel

Segunda Feira 28/06

Atlético-GO 0 x 1 Bragantino

Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC)

VAR

Heber Roberto Lopes (SC)

Item Técnico

Trabalho natural dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para equipe mandante e 02 para visitante

8ª Rodada – Quarta Feira 30/06

Internacional 1 x 2 Palmeiras

Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR)

VAR

Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)

Item Técnico

Palmeiras vencia por 1×0, árbitro pouco distante e acobertado pelo costado do palmeirense, provavelmente não viu quando do ataque da equipe gaúcha a imagem da TV focou a clara penalidade cometida pelo palmeirense Kuscevic no momento que empurrou o costado do oponente Caio Vidal;

Alertado

Pelo VAR, caminhou até o monitor, viu e reviu o fato, voltando apontando corretamente a marca da cal,

Penalidade

Batida por Edmilson transfigurou-se no tento do empate

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para integrantes da equipe colorada e 03 para palmeirenses, incluso o recebido pelo técnico Abel Ferreira

Cartão Vermelho: Correto para o palmeirense Kuscevic depois de ter cometido a penalidade máxima

Corinthians 0 x 0 São Paulo

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)

VAR

Adriano Milczvski (PR)

Item Técnico

Disputa decepcionante, com trabalho aceitável dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para corintiano, idem para são-paulino.


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.


Política

Pedido de impeachment de Bolsonaro contra Dilma cai como luva para si mesmo

Enfeitiçado pelo próprio feitiço, Bolsonaro descobre da pior maneira que a Terra é plana, mas dá voltas. Em pedido de impeachment que protocolou na Câmara em março de 2015 contra Dilma, o capitão disparou balas perdidas que acertam a sua própria Presidência. Falou de despreparo, desvios éticos, más companhias e abandono da sociedade.

Decorridos seis anos, há na peça que Bolsonaro esgrimiu contra Dilma parágrafos que poderiam ser reproduzidos num pedido de impeachment contra ele próprio sem mexer numa vírgula. Bastaria fazer um ajuste de gênero, trocando “denunciada” por denunciado. Num dos parágrafos, a transposição é tão perfeita que Bolsonaro poderia dedicar a si mesmo numa leitura em frente ao espelho.

Diz o seguinte: “Mais do que despreparo, mostra-se evidente a omissão da denunciada [Dilma] ao deixar de adotar medidas preventivas e repressivas para combater o câncer da corrupção em seu governo, mantendo, perto de si e em funções de alta relevância da administração federal, pessoas com fortes indícios de comprometimento ético e desvios de conduta. Deixou de agir em defesa da sociedade da qual é responsável máxima na administração pública.”

Em julho de 2015, o deputado Eduardo Cunha, então mandachuva da Câmara, desengavetou 11 pedidos de impeachment protocolados contra Dilma. Um deles era o de Bolsonaro. Cunha deu dez dias ao capitão para promover ajustes no seu documento, “adequando-o aos requisitos da Lei número 1.079/1950 e do regimento interno da Câmara dos Deputados.” A lei mencionada por Cunha define os crimes de responsabilidade.

Suprema ironia: quando pegava em lanças contra Dilma, Bolsonaro era um deputado do baixo clero filiado ao PP, partido do centrão que ajudou Eduardo Cunha a puxar o tapete da então inquilina do Planalto. Agora, Bolsonaro é um presidente sem partido que se casou com o centrão e acorrentou o seu futuro aos humores de Arthur Lira, um cacique do PP que o Planalto ajudou a transformar numa caricatura de Cunha.

Escorada no centrão, a base partidária que dá suporte a Bolsonaro no Congresso é muito parecida com a de Dilma. Para ficar idêntica, faltam apenas a traição e o impeachment.

Jornalista: Josias de Souza – Publicado no UOL dia 01/07/2021

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Finalizando

“O feitiço vira contra o feiticeiro”

Brocardo popular

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-03/07/2021

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