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Carinha cínico

Da FOLHA

Por JUCA KFOURI

O carinha passa seis anos na Casa Bandida do Futebol avalizando e articulando todas as as bandidagens do tipo aumentar o poder de voto das federações ou se associar ao bolsonarismo; cala durante meses sobre assédios morais e sexuais; é demitido com a pecha de traidor e, aí, deita falação, já com a conta bancária suficientemente recheada como jamais pensou em sua trajetória oportunista, ao dizer que não é candidato a nada, que se despede do futebol e propõe um Pacto de Moncloa, algo que esteve a léguas de fazer enquanto pôde.

O ex-secretário-menor da CBF não deve economizar no óleo de peroba.

Ele não se despede do futebol, o futebol o despediu, razão pela qual não pode mesmo ser candidato a nada, embora tenha se apressado em sentar no trono quando o imaginou vago.

E não fala do Marco Polo que não viaja por dois motivos: já basta ter traído o Cabôco Assediadô. É melhor não ser ingrato também com quem o inventou na Casa Bandida; o padrinho como inimigo é indigesto, que o digam Cabôco e José Maria Marin, abandonado por ele nas mãos da polícia suíça.

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