Torcida do Flamengo e o ‘veio da Havan’

Rodolfo Landim segue utilizando o Flamengo para bajular e, de certa maneira, avalizar o desgoverno do Genocida que infelicita o Planalto.
Nessa toada, provavelmente a pedidos, o manto rubronegro hospedará o símbolo da Havan.
R$ 900 mil mensais, dizem, será o valor pago pelo patético ‘veio’, como o próprio de denomina.
Pouco para submeter o clube à revolta de seu próprio torcedor, como já está sendo visto nas redes sociais, e à ampliação da antipatia dos adversários.
Se Landim confunde a instituição com seus princípios, permissores de aproximações com Bozos e Eikes, bem poderia o flamenguista, em defesa da imagem do clube que ama, protestar cortando as mangas da camisa (local do patrocínio), evitando compactuar com a exposição pública de tamanho constrangimento.
