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Chú Santos representa a hipocrisia e o atraso da maioria dos homofóbicos

Chú Santos, jogadora do Palmeiras e da seleção brasileira, em campo pelo Brasileirão Feminino - Rebeca Reis/AGIF

Chú Santos, atleta do Palmeiras e da Seleção Brasileira, achou-se do direito de dizer que o ator Paulo Gustavo, vítima fatal de COVID-19, teria como destino o ‘inferno’.

Trata-se do habitual comportamento, hipócrita e atrasado, dos que se autoproclamam ‘pessoas de bem’, muitos, como no caso dela, sempre com a Bíblia mal interpretada debaixo do braço.

Santos convive, no clube, na Seleção e na vida, aos afagos e sorrisos, com diversas vítimas indiretas de sua homofobia.

Demonstra intolerância com as ‘amigas’ – embora não tenha coragem de explicitá-la, como, covardemente, o fez com o ator global -, mas acolhe os discursos deploráveis de Estelionatários da Fé, e, muito provavelmente, deve se identificar com o Genocida que nos governa.

O Brasil dessa gente, como diria o ótimo ‘Gil do Vigor’, “está lascado’, mas o problema, para eles, é a opção sexual de cada um.

Vale lembrar que Chú nasceu preta e, por razões óbvias, deveria entender o que é o preconceito.

Que Palmeiras e CBF reavaliem se a jogadora possui condições intelectuais de pertencer ao mesmo grupo de jogadoras que demonstraram, boa parte delas, ontem, grande indignação com a declaração.

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