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Para o ex-branco Neymar, racismo é ‘mi-mi-mi’

Ainda em início de carreira, sem as orientações posteriores de assessorias, Neymar, em entrevista, afirmou que não era ‘negro’, apesar das características evidentes.

Passados muitos anos, em setembro de 2020, numa partida de futebol em que alega ter sido chamado de ‘macaco’, protestou.

O caso chegou a ser pauta da Justiça Desportiva, mas não houve comprovação – nem em leituras labiais, da ofensa.

Aliás, a única constatação foi a de que Neymar tratou o adversário com adjetivo homofóbico.

Dentro desse contexto, de um sujeito que, no passado, parecia ter vergonha de ser ‘preto’ e nunca entrou no debate sobre o racismo, não é difícil supor que o ‘protesto’ possa ter ocorrido como manobra para minimizar a ira do torcedor do PSG por conta de uma expulsão – outra – na vida do atleta.

A esses fatos se junta, agora, a manifestação de Neymar, anteontem, sobre o comportamento racista do cantor Rodolffo, que, dentro do BBB, comparou o cabelo do professor João com o de um homem das cavernas:

“Mimimi do caralho. Chato demais esse mundo de hoje em dia. Qualquer brincadeira é um chororô danado”

Triste retrato de quem, por muitos, vem sendo tratado como ídolo.

Um vazio de ideias e, aparentemente, de caráter, que, aos 29 anos de idade, é apenas rico – assim como muitos desqualificados o foram, sem possibilidade de evoluções maiores, nem mesmo no futebol – aparentemente, sua única prática, por vezes, elogiável.

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