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O quarteto ‘oposicionista’ que mudou de lado no Corinthians

Herói Vicente

Triste situação a de quem, em plena pandemia de COVID-19, saiu do conforto e segurança da própria residência para, no dia das eleições do Corinthians, votar na chapa ‘Liberdade Corinthiana’ para o Conselho Deliberativo do clube.

Quase todos enganados.

Aliás, boa parte dos integrantes, que acabaram eleitos, também.

Antes mesmo da posse do presidente Duílio ‘do Bingo’ Monteiro Alves, o líder do grupo, Herói Vicente, deixou o radical discurso oposicionista para aderir ao grupo a quem acusou, com direito a ação judicial, de diversas falcatruas, sendo empossado no cargo de Diretor Jurídico.

Mas não só ele.

Outros três ‘oposicionistas’, todos eleitos pela ‘Liberdade Corinthiana’, partiram, sem alarde, com Herói.

Antonio Craveiro, Carlos Eduardo Garcia de Miguel, vulgo ‘Luccio’, e Celso Campello Junior.

Nos últimos dias 08 e 09 de março, o quarteto peticionou a desistência no processo promovido contra o Corinthians, sob alegação de serem dirigentes alvinegros.

Craveiro e ‘Luccio’, apresentaram-se como ‘assessores jurídicos’.

Campello disse ser ‘assessor de compliance’, quase um cargo ‘fantasma’ no atual contexto da administração corinthiana.

É emblemático, também, mas, agora, cada vez mais compreensível, o fato de Craveiro, absolutamente ligado, anos a fio, ao que sempre existiu de pior nas gestões comandadas, direta ou indiretamente, por Andres Sanches, ter votado, em nome da ‘Liberdade Corinthiana’, pelo adiamento da prestação de contas do então presidente do Corinthians, poucos dias antes do pleito.

Para não ser injusto, a versão de todos os que aderiram à gestão é a de que estão trabalhando para ajudar o clube, apesar de sequer saberem, ao certo, do que sobrevive o presidente Duílio ‘do Bingo’ Monteiro Alves, mas terem a certeza de que o diretor de futebol está sendo acusado de roubar a própria empresa e que as categorias de base são comandadas por um bicheiro.

Diante desse quadro lamentável, só resta um caminho ao integrantes da chapa ‘oposicionista’, ao menos aos que, de fato, mantiveram-se nesse comportamento: abandonar o grupo, seguir carreira ‘solo’ e pedir desculpas (ainda que alguns não tenham culpa) aos eleitores.


08 de março: por whatsapp, Herói Vicente pede ao advogado da ação para que retire seu nome do processo movido contra o Corinthians e seu ex-presidente, Andres Sanches:


08 de março (poucas horas depois): é protocolada a desistência de Herói Vicente no processo:


09 de março (24 horas depois): os demais ‘oposicionistas’ também protocolam a desistência da ação:


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Um comentário sobre “O quarteto ‘oposicionista’ que mudou de lado no Corinthians

  1. Pingback: Direito de Resposta da ‘Liberdade Corinthiana’ – Blog do Paulinho

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