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Exemplo do Corinthians expõe fracasso de isolar campeonatos da mortalidade do COVID-19

Desde antes, quando ainda era disputado o Brasileirão, mas principalmente agora, em que os desimportantes Estaduais serão jogados em meio ao agravamento da pandemia de COVID-19, a continuidade desse torneios trata-se de grave risco à saúde pública.

Ontem (02), quase duas dezenas de funcionários do Corinthians, entre jogadores e comissão técnica, foram diagnosticados com a doença.

Horas antes, alguns deles havia disputado uma partida contra o Bragantino, muito provavelmente sob efeito das infecções.

É impossível mensurar quantos mais, somente neste caso, poderão adoecer ou até morrer, vítima do ‘efeito dominó’ que acaba por submeter parentes, namorada(os), amigos e demais convivas a espalharem o caos pelo corpo de todos.

Diante desse quadro, muito pior do que no ano passado, em que os torneios foram paralisados em todo o planeta, chega a ser insano que a mesma atitude não seja levada a cabo nos dias atuais.

Está comprovado o fracasso de qualquer tentativa de isolar os campeonatos, seja lá por quais métodos, da mortalidade do COVID-19.

Aceitar, ainda que a contragosto, a realidade, é a única solução para evitar o evidente risco.

Se as Federações, CBF e clubes de futebol não possuem coragem de preservar as vidas que os cercam, que a Justiça ou demais órgãos de controle tomem a frente e o façam, porque não dá para esperar de um presidente genocida ou de governadores que liberam a frequência a igrejas como se fosse atividade fundamental, qualquer tipo de coerência e empatia com a sociedade.

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