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Landim segue empurrando o Flamengo à latrina da história

Carolina Antunes/Agência Brasil

Mais de 215 mil mortes depois, o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, segue rebaixando o clube para servir de palanque ao genocida que destrói o Brasil.

Ontem (22), o pilantra posou ao lado dos cartolas, um dia após a vitória contra o Palmeiras.

Pior: o mandatário rubro-negro obrigou os jogadores, sem máscara, a participarem da bajulação.

Landim, que dá de ombros para os familiares dos garotos mortos do Ninho do Urubu, repete o gesto com os demais parentes das vítimas de COVID-19.

A história há de cobrá-lo.

O pior disso tudo é que o Flamengo ficará marcado, assim como ocorreu com os clubes que deram guarida ao regime nazista, como agremiação que, nesses tempos sombrios, acolheu o carrasco responsável por dizimar, inclusive, boa parte de seus torcedores.

Reprodução

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