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‘Parler’ é reduto de bandidos, fake-news e palermas

Bolsonaro, Trump e outros conservadores aderem a rede social “sem censura” | Poder360

O aplicativo ‘parler’ foi banido de todas as plataformas relevantes da internet sob acusações de facilitar a propagação de fake-news e estimular crimes diversos ligados a discursos de ódio, frequentemente proferidos por manipuladores de apalermados.

A ferramenta bem poderia de chamar ‘paler’, não ‘parler’, por razões óbvias.

É inverídica a argumentação, dos palermas, de restrição à liberdade de expressão.

Trata-se de inviabilizar meios premeditados de propagação do caos.

Alguns dirão: “isso pode ser feito no whatsapp, facebook, etc”.

Não só pode, como, de fato, acontece.

Mas não por iniciativa dos aplicativos, que, apesar de ainda servirem de esgoto para diversas manifestações indigentes, batalham, com enorme dificuldade, para impedir marginais ou idiotas de mentirem em proteção a Trump e Bolsonaro, sobre efeitos de vacina, etc.

Diferentemente dos demais, o Parler surgiu com objetivo, premeditado, de esconder os canalhas.

Durante todo o dia de ontem, o Blog do Paulinho leu manifestações deploráveis, não apenas de conhecidos, mas também de familiares, muitos deles que, durante anos, esconderam-se sob o manto de ‘homens de bem’, mas que ‘libertaram-se’ do casulo ao sentirem-se amparados pelos déspotas que foram levados ao poder.

Todos chorosos pelo ‘parler’.

Melhor indicativo não há do acerto das plataformas que baniram o ‘megafone dos imbecis’ da internet.

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