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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

Vaidade: homenagem de um palerma ao primeiro imbecil que aparece.

Ambrose Bierce: foi um crítico satírico, escritor e jornalista estadunidense

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VAR e Guerra de vaidades

Diálogo do árbitro brasileiro com o VAR

Vou aboli-lo rapidamente

Do VAR para o árbitro

Vamos aprontar repetidamente

Inaceitável

Que cada um queira empurrar erros para o outro, tornando clara a falta de bravura da grande maioria em assumir responsabilidade.

Indubitavelmente

Nos leva a acreditar que a implantação da tecnologia no futebol brasileiro caminha para total desmoralização

Conclusão

Tenho integral certeza que o mesmo não ocorreria comigo,

Muito

Menos com meu falecido amigo Dulcídio Wanderley Boschilia cujo espirito iluminado esta vertendo lagrimas de vergonha do abjetíssimo nível de coragem dos árbitros e componentes da CA-CBF por não assumirem seus desacertos.

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22ª e 23ª Rodada da Séria A do Brasileirão 2020

Sábado 21/11/20

Atlético-PR 1 x 0 Santos

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

VAR

Rodrigo Carvalhaes de Miranda (RJ)

Item Técnico

Trabalho aceitável do principal representantes das leis do jogo, idem aos assistentes.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores santistas

Domingo 22/11

São Paulo 1 x 1 Vasco

Árbitro: Bráulio da Silva Machado (FIFA-SC)

VAR

Emerson de Almeida Ferreira (MG)

Item Técnico

Árbitro e assistente exerceram suas atividades normalmente

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para são-paulinos e 04 para vascaínos

Corinthians 0 x 0 Grêmio

Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)

VAR

Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN)

Item Técnico

Bem fraquinho o trabalho desempenhado pelo boto-branco de apito, instrumento cujo som determina o início, paralizações e o fim das contendas futebolísticas/; exemplos:

1ª – Acertou no primeiro cartão amarelo para Darlan, defensor gremista em cima do oponente Cantilho;

Mas

Tremeu por ter desprezado a lei do jogo quando da segunda falta no opositor Otero

2º – Corretamente assoprou o apito marcando a violenta falta (por mim entendida merecedora do cartão vermelho) cometida pelo corintiano Marlon no oponente Matheus Henrique;

Todavia

No ato, deu cartão amarelo, em seguida vendo o sangue correr na perna do gaúcho, retirou o amarelo, dando-lhe o vermelho;

Pra

Completar sua insegurança na interpretação e aplicação das leis do jogo,

Chamado

Pelo VAR, Caio Max Augusto Vieira foi ao monitor, voltou, retirou o vermelho, dando o amarelo.

3º – Errou por não ter marcado a falta do gremista Ourejuella no corintiano Otero, na sequencia do lance,

Otero

Fez falta no oponente no oponente Luiz Fernando, por este motivo Otero recebeu o segundo amarelo, seguido do vermelho;

Neste

Episódio o corintiano foi prejudicado, vez que: houvesse o assoprador seguido à lei do jogo, teria sinalizado a falta no lance antecedente no qual Otero foi vitimado.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para corintianos e 01 para gremista

Cartão Vermelho: Para os corintianos Marlon e Otero

Quarta Feira 25/11- Partida referente à 16ª Rodada

Ceará 1 x 1 São Paulo

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (FIFA-RJ)

VAR

Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)

Item Técnico

Corroborou com o erro do assistente 01: Silbert Faria Sisquim (RJ) no instante que apontou impedimento do atacante são-paulino Pablo,

Após

Ter recebido a redonda desviada por um dos oponentes, dominando e mandando profundo da rede;

Vez que

Com a mudança da regra, mesmo na posição de impedimento, a redonda desviando em um oponente dá condições de seguir no lance.

Agressão

Maior a regra aconteceu logo após ouvir do VAR que o lance foi legal, bola no centro do campo, partida reiniciada,

Seguido

De novo aviso do VAR retificando o anterior, dizendo que Pablo estava impedido;

Excessivamente

Horrenda foi à concordância do assoprador de apito FIFA, paralisando a contenda, determinando à cobrança de impedimento favorável a equipe cearense.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 05 para cearenses e 03 para são-paulinos

Quarta Feira 25/11- Inicio da 23ª Rodada Serie A do Brasileirão 2020

Coritiba 0 x 1 Corinthians

Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)

VAR

Daniel Nobre Bins (RS)

Item Técnico

O tento da vitória corintiana foi antecedido por marcação de penalidade máxima inexistente,

Explico

No instante que Maílton defensor da equipe curitibana movimentava normalmente seu corpo, tendo o braço direito e mão direita próximo do tórax, a redonda bateu em sua mão, Vuaden gesticulou segue jogo;

Contudo

Avisado pelo VAR, Vuaden seguiu à risca a esdrúxula orientação dos componentes da CA-CBF, foi ao monitor, reviu o fato; voltando ao campo apontando a marca da cal.

Penalidade

Batida por Fabio Santos, findada no fundo da rede.

Conclusão

Coritiba prejudicado

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para time mandante e 02 para visitante

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Aviso

Não deixe de assistir, ao final da Coluna, a versão em vídeo de meus comentários, detalhando assuntos aqui tratados e abordando outros não inseridos na versão escrita.

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Política

No País das Maravilhas

No país de Jair Bolsonaro, os pobres e desempregados, que vão enfrentar inevitável redução de renda, podem esperar

No país do presidente Jair Bolsonaro, os pobres e desempregados podem esperar. Sem qualquer plano factível para enfrentar a inevitável redução da renda de milhões de seus compatriotas em razão do fim do auxílio emergencial, Bolsonaro escolheu a negação: comporta-se ora como se o problema não fosse dele, ora como se os pobres afinal não existissem.

Não se pode dizer que o presidente seja incoerente. Para quem jura que em 1970 participou da repressão à luta armada durante a ditadura militar – mesmo que se possa comprovar facilmente que, na época, ele tinha apenas 15 anos de idade – não é difícil inventar que governa o País das Maravilhas.

Movido por devaneios desse tipo desde que tomou posse, Bolsonaro é uma inesgotável fonte de fantasias a respeito dos feitos de sua administração e do país que preside. Não fossem os “inimigos” do Brasil – a oposição, a imprensa, os governadores, o Congresso, o Supremo Tribunal Federal, a OMS, a ONU, os países europeus, a China, o coronavírus, a libertinagem no carnaval e o que mais aparecer –, estaríamos gozando a glória do pleno desenvolvimento econômico, social e moral.

No Brasil de Bolsonaro, por exemplo, não há racismo. Sem dedicar uma única palavra de conforto à família de um homem negro brutalmente assassinado por seguranças brancos num supermercado de Porto Alegre, crime que chocou o País, o presidente preferiu dizer que vivemos em harmonia racial e que o lugar de quem denuncia o racismo é o “lixo”.

Também no Brasil de Bolsonaro, não há devastação da Amazônia e do Pantanal e nunca se protegeu tanto o meio ambiente como em seu governo. Todas as críticas de governos estrangeiros e da imprensa a respeito do inegável avanço do desmatamento, diz o presidente, são fruto de uma campanha internacional destinada a manchar a imagem do País e prejudicar sua economia.

Na Shangri-lá exuberante de Bolsonaro, só “moleques” e “maricas” têm medo da pandemia de covid-19, pois afinal bastam algumas doses de cloroquina, o elixir bolsonarista, para derrotar o coronavírus. No começo, Bolsonaro qualificou a doença como “gripezinha”; agora, a ameaça de recrudescimento da pandemia é tratada pelo presidente como “conversinha”. De diminutivo em diminutivo, Bolsonaro – que trocou de ministro da Saúde até que encontrasse um que lhe fizesse todas as vontades, que faz campanha descarada contra as medidas de prevenção e que agora se empenha em desestimular a vacinação – esquiva-se da responsabilidade pela tragédia dos 170 mil mortos e de uma economia em frangalhos.

No mundo encantado de Bolsonaro, ao contrário, a economia do Brasil está sempre prestes a “decolar” e “voltou com muita força”, nas palavras de seu auxiliar Paulo Guedes. A esta altura, porém, quem lida com dinheiro e não gosta nem um pouco de perdê-lo tem demonstrado enorme dificuldade em acreditar nos prognósticos panglossianos do ministro da Economia e de seu chefe a respeito da recuperação do País e do encaminhamento de reformas e privatizações. Os terríveis números sobre inflação, escalada da dívida e desemprego deveriam bastar para desautorizar o otimismo não raro delirante do Palácio do Planalto.

Assim, aparentemente incapaz de encarar o mundo real em toda a sua aspereza, Bolsonaro nada tem a oferecer ao País para mitigar a crise que ele, ao contrário, ajuda a alimentar. Rejeitando todas as soluções que implicam algum grau de desgaste político e eleitoral, pois não pensa em outra coisa a não ser em sua sobrevivência no cargo e em sua reeleição, o presidente parece convencido de que, para resolver os problemas, basta fingir que eles não existem.

Esse estado de negação pode funcionar para os fanáticos que acreditam que Bolsonaro é o taumaturgo cujo toque haverá de curar a escrófula moral do País. Para todos os outros brasileiros, em especial os que não têm como compartilhar da ilusão bolsonarista porque estão concentrados demais em obter a próxima refeição, resta esperar que os demais Poderes, bem como as forças organizadas da sociedade, trabalhem o mais rápido possível para restabelecer a razão.

Opinião do Estadão publicada no dia 26/11/2020 

Finalizando

“Jamais diga uma mentira que não possa provar”

Millôr Fernandes: foi um desenhista, humorista, dramaturgo, escritor, poeta, tradutor e jornalista brasileiro

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-28/11/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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